sexta-feira, 17 de julho de 2009





- "A vida me ensinou...
A pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade
(sempre que fosse necessário);
a aproveitar cada instante de felicidade;
a chorar sem vergonha de demonstrar; me ensinou a ter olhos
para ' ver e ouvir estrelas', embora nem sempre consiga entendê-las;
a ver o encanto do pôr-do-sol; a sentir a dor do adeus
e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante
para a felicidade do meu ser;
a abrir minhas janelas para o amor;
a não temer o futuro;
me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi,
e usá-lo como um diamante que mesma tenha que lapidar,
lhe dando forma da maneira que eu escolher.
Sou feliz amo minha vida, minha família, meus amigos,
meu amor, meus colegas, meus rivais ! "

Texto enviado por minha Amiga MERIAN (orkut)

sábado, 11 de julho de 2009

JABOR........ANTES "IDIOTA" QUE INFELIZ

Antes "idiota" que infeliz!

(atribuído a Arnaldo Jabor)

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: 'Digam o que disserem, o mal do século é a solidão'.

Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma.

Parem pra notar... Os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas.

Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos 'personal dance', incrível.

E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão 'apenas' dormirem abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.

Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a 'sentir', só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número de comunidades como:“Quero um amor pra vida toda”,“Eu sou pra casar”, até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho”, unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos.

Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, demodê, brega. Alô gente!

Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?

Seja ridículo, não seja frustrado, 'pague mico', saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele.

Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada

O que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: 'vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida'.

Antes idiota que infeliz!



AFINIDADE







AFINIDADE

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
E o mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto
no exato ponto em que foi interrompido.

Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo para o objetivo, do permanente sobre o passageiro, do básico sobre o superficial.

Ter afinidade é muito raro, mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. ..

Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.

Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.. É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.

Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo, mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.

Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quanto das impossibilidades vividas.

Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a
forma ampliada do eu individual aprimorado.

espiritismoonline

O VENTO DEBAIXO DAS MINHAS ASAS.

O vento debaixo das minhas asas

Carol Kline

Muito longe, no brilho do sol estão minhas maiores aspirações. Posso não alcançá-las, mas posso olhar para cima e ver sua beleza, acreditar nelas e tentar segui-las. (Louise May Alcott)

Em 1959, quando Jean Harper estava na terceira série, sua professora passou uma redação sobre o que eles queriam ser quando crescessem. O pai de Jean era piloto de um avião que pulverizava plantações na pequena comunidade rural no norte da Califórnia, onde ela foi criada, e Jean ficou totalmente fascinada por voar e por aviões. Ela colocou seu coração na redação e incluiu todos os seus sonhos: queria pulverizar inseticida nas lavouras, pular de pára-quedas, ver as nuvens (algo que havia visto em um programa de TV) e ser piloto de avião. Sua redação voltou com uma nota zero. A professora lhe disse que aquilo era "um conto de fadas" e que nenhuma das ocupações que ela listara eram profissões para mulheres. Jean ficou arrasada e humilhada.

Mostrou a redação a seu pai e ele disse que é claro que ela podia se tornar piloto.

- Veja Amelia Earhart - ele disse. - Essa professora não sabe do que está falando.

Porém, conforme os anos se passavam, Jean foi massacrada pelo desencorajamento e negatividade que encontrava sempre que falava a respeito de sua carreira: "Garotas não podem se tornar pilotos de avião; nunca puderam, nunca irão poder. Vocês não são inteligentes o bastante, são malucas. Impossível."

Até que finalmente Jean desistiu.

Quando estava no último ano do segundo grau, sua professora de inglês era a Sra. Dorothy Slaton. A Sra. Slaton era uma professora inflexível e exigente que possuía altos padrões e pouca tolerância para desculpas. Recusava-se a tratar seus alunos como crianças, esperando, ao invés, que se comportassem como adultos responsáveis para serem bem-sucedidos no mundo real após a formatura. No princípio, Jean teve medo dela, mas, com o tempo, passou a respeitar sua firmeza e senso de justiça.

Um dia, a Sra. Slaton passou um dever para a turma: "O que vocês acham que estarão fazendo daqui há dez anos?" Jean pensou a respeito. "Piloto? Nem pensar. Aeromoça? Não sou bonita o bastante - eles nunca me aceitariam. Esposa? Que rapaz poderia me querer? Garçonete? Posso fazer isso." Por segurança, foi isso o que ela escreveu.

A Sra. Slaton recolheu as redações e nada mais foi dito. Duas semanas depois, a professora devolveu o dever, de cabeça para baixo em cima de cada carteira e fez esta pergunta: "Se você possuísse uma quantidade ilimitada de dinheiro, acesso ilimitado às melhores escolas, talento e habilidades ilimitados, o que faria?" Jean sentiu uma onda do antigo entusiasmo e, animada, escreveu todos os seus antigos sonhos. Quando os alunos pararam de escrever, a professora perguntou:

- Quantos alunos escreveram a mesma coisa dos dois lados do papel?

Nenhuma mão se levantou.

A próxima coisa que a Sra. Slaton disse mudou o rumo da vida de Jean. A professora se inclinou por cima de sua carteira e disse:

- Tenho um segredo para vocês todos. Vocês têm talento e habilidades ilimitados. Vocês têm acesso a boas escolas e podem conseguir uma quantidade ilimitada de dinheiro se desejarem algo com fervor. Quando terminarem a escola, se não correrem atrás de seus sonhos, ninguém irá fazê-lo por vocês. Vocês podem ter o que quiserem, se desejarem o bastante.

A mágoa e o medo de anos de desencorajamento desmoronaram frente à verdade do que a Sra. Slaton havia dito. Jean sentiu-se animada e um pouco amedrontada.

Ficou depois da aula e dirigiu-se à mesa da professora. Jean agradeceu à Sra. Slaton e lhe contou sobre seu sonho de se tornar piloto. A Sra. Slaton levantou-se ligeiramente e bateu com as mão no tampo da mesa: - Então faça isso! - disse.

E Jean fez. Não aconteceu do dia para a noite. Levou dez anos de trabalho duro, encarando oposições que iam do ceticismo silencioso à hostilidade declarada. Não era da natureza de Jean manter sua posição quando alguém a rejeitava ou humilhava. Ao contrário, tentava tranqüilamente encontrar outra solução.

Tornou-se piloto particular e então conseguiu graduação suficiente para transportar carga e até mesmo aviões de passageiros. Seus patrões hesitavam claramente em promovê-la porque era mulher. Até mesmo seu pai a aconselhou a tentar outra coisa.

- Impossível - ele disse. - Pare de bater com a cabeça na parede!

Mas Jean respondeu:

- Eu discordo, papai. Acredito que as coisas irão mudar e quero estar entre as primeiras quando isso acontecer.

Jean foi em frente e fez tudo o que a sua professora da terceira série considerava "um conto de fadas" - pulverizou plantações, pulou de pára-quedas algumas centenas de vezes e até mesmo semeou nuvens, como modificação climática, durante um verão. Em 1978 tornou-se uma das primeiras três mulheres a serem aceitas como piloto pela United Airlines e uma entre apenas cinqüenta pilotos comerciais mulheres no país naquela época. Hoje, Jean Harper é piloto de Boeing 737 na United.

Foi o poder de uma palavra positiva bem colocada, uma fagulha de encorajamento vindo de uma mulher que Jean respeitava, que deu à insegura garota a força e a fé para perseguir seu sonho. Hoje, Jean diz:

- Eu escolhi acreditar nela.

(Carol Kline com Jean Harper)


- DO LIVRO 50 HISTÓRIAS PARA AQUECER O CORAÇÃO


Precisamos ter muito cuidado. Principalmente os professores! Para que não tornem-se “coveiros” dos sonhos e talentos dos seus alunos. O bom mestre, semeia encorajamento e liberta do desânimo. Educar, não é ensinar coisas. É mostrar que há caminhos.



Antonio Pereira ( Apon)

VÍRGULA





Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Sobre a Vírgula...

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

domingo, 5 de julho de 2009

PETER PAN '" JACKSON "

Peter Pan Jackson
Por: Antonio Pereira (Apon)

Ele viveu no limiar entre a fantasia e a realidade. Fugitivo de si mesmo, materializou no corpo, os fantasmas que assombravam sua alma torturada. O ser humano sucumbiu à força do mito.
Um artista genial, mas um homem desencontrado num querer ser “Peter Pan”, enquanto a vida lhe trazia uma “overdose” de realidade: a infância violentada, o colecionar escândalos, o ataque dos exploradores, a embriaguês dos artifícios, o destruir a saúde, o não aceitar-se.. .
Morreu Michael Jackson, calou-se a voz que embalou gerações. Calaram as baladas românticas, a “black music”, o “pop rock”. Voou para a “Terra do Nunca”, para nunca mais voltar.
Sua arte é seu grande legado. O resto, será devorado pelos abutres da ganância, os parasitas da maledicência, os mercadores da mediocridade, os vermes do oportunismo. ..
Segue em paz Michael. Que finalmente você se encontre, encontre a luz e nela se ilumine. Que uma real alegria lhe renove o espírito e, no infinito, possas dançar como nunca e como nunca cantar, ser capaz de inspirar os artistas daqui. Boa viagem!!!


original: Antonio Pereira (Apon) (Além do nome do autor, cite o link para o site http://aponarte. blogspot. com).

SONATA AO LUAR

Sonata ao luar

Quem de nós não teve um momento de extrema dor?

Quem nunca sentiu em algum momento de sua vida vontade desistir?

Quem de nós não se sentiu só, extremamente só e teve a sensação de ter perdido o endereço da esperança?

Nem mesmo as pessoas famosas, ricas, importantes, estão isentas de terem seus momentos de solidão e de profunda amargura…

Foi o que ocorreu com um dos mais reconhecidos compositores de todos os tempos, chamado Ludwig Van Beethoven, que nasceu no ano de 1770, em Bonn, na Alemanha e faleceu em 1827, em Viena, na Áustria.

Beethoven vivia um desses dias tristes, sem brilho e sem luz. Estava muito abatido pelo falecimento de um príncipe da Alemanha, que era como um pai para ele…

O jovem compositor sofria de carência afetiva, o pai era um alcoólatra e o agredia fisicamente, faleceu na rua, por causa do alcoolismo. Sua mãe morreu muito jovem, seu irmão biológico nunca o ajudou em nada e some-se isto, o fato de sua doença agravar-se. Sintomas de surdez começavam a perturbá-lo, ao ponto de deixá-lo nervoso e irritado.

Beethoven somente podia escutar usando uma espécie de trombone acústico no ouvido. Ele carregava consigo uma tábua ou um caderno, para que as pessoas escrevessem suas idéias e pudessem se comunicar, mas elas não tinham paciência para isto, nem para ler seus lábios…

Notando que ninguém o entendia, nem o queriam ajudar, Beethoven se retraiu e se isolou. Foi por todas essas razões, que o compositor caiu em profunda depressão. Chegou a redigir um testamento, dizendo que iria se suicidar…

Mas, como nenhuma criatura de Deus está esquecida, veio a ajuda espiritual por meio de uma moça cega que morava na mesma pensão pobre, para onde Beethoven havia se mudado e lhe fala quase gritando:

“EU DARIA TUDO PARA ENXERGAR UMA NOITE DE LUAR”.

Ao ouvi-la, Beethoven se emociona até as lágrimas. Afinal ele podia ver! Ele podia escrever sua arte nas pautas…

A vontade de viver volta-lhe renovada e ele compõem uma das músicas mais belas da humanidade: “SONATA AO LUAR”. No seu tema, a melodia imita os passos vagarosos de algumas pessoas, possivelmente os dele e os dos outros, que levavam o caixão mortuário do príncipe, seu protetor…

Olhando para o céu prateado de luar e lembrando da moça cega, perguntou o porquê da morte de seus amigo, ele se deixa mergulhar num momento de profunda meditação.

Alguns estudiosos de música dizem que as três notas que se repetem, insistentemente no tema principal do 1º movimento da sonata, são as letras da palavras “why”(porque) ou outra palavra sinônima em alemão.

Ano após ter superado o sofrimento, compôs o incomparável hino à alegria, da 9º sinfonia, que coroa a missão desse notável compositor, já totalmente surdo.

O hino à alegria, expressa sua gratidão à vida e a Deus, por não haver se suicidado…

Tudo graças àquela moça cega, que inspirou o desejo de traduzir, em notas musicais, uma noite de luar…

Usando sua sensibilidade, Beethoven retratou, através da melodia, a beleza de uma noite banhada pela claridade da lua, para alguém que não podia ver com os olhos físicos.