domingo, 23 de agosto de 2009

O PIANO





"O Piano"

"Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski.

Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la.

Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito:

"PROIBIDA A ENTRADA".

Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá.

De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco.

Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão".

Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino:

- " Não pare, continue tocando ".

Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa.

O público estava perplexo.

É assim que as coisas são com Deus.

O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida.

Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas.

Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido:

- "Não pare, continue tocando".

Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados.

Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas."

Autor Desconhecido

sábado, 22 de agosto de 2009

AS MÃOS









Pelo o que fazem as mãos deduzimos o que se passa pela mente que as conduz.

Aleijadinho, o maior artista barroco brasileiro, possuia tôcos disformes no lugar das mãos, mas através deles fluíram
obras de elevado teor artístico e espirituais.
Madre Teresa de Calcutá possuía mãos grosseiras e enrugadas, mas que acolhiam, consolavam e enxugavam lágrimas
da população miserável da Índia; traduzindo a pureza da sua alma.

A beleza das mãos não está nas unhas bem cuidadas, na maciez da pele ou nos adornos dos dedos.
Está nos frutos que elas produzem.

Há mãos ociosas, mãos que matam, ferem e destroem.
Outras amparam, trabalham, criam, sanam feridas e dão vidas.
Mãos que dão alimentos.
Mãos que empunham armas.
Mãos que ensinam.
Mãos que induzem aos vícios.

Nada há tão importante no corpo humano como as mãos,mas quem as guia é a mente.

"Diga-me o que tuas mãos fazem que te direi o que pensas."


Miryã Kali/R.A.

A MATEMÁTICA DAS EMOÇÕES







- Por Renato Stella -

Que matemática é essa, onde se torce para que do outro lado do sinal de igual as coisas fiquem tão mal?

Na matemática das emoções, quanto mais negativo eu mando para o outro lado, mais negativo eu fico do lado de cá do sinal.
Mandando negativo para o outro lado, nunca haverá igualdade dos dois lados. O meu sempre ficará mais negativo.

Na matemática que ensinam na escola, isso estaria errado. Mas, na matemática das emoções, é o que ocorre.

Deve ser por isso que eu sempre tive dificuldades com a matemática da escola.

Para essa conta dar certo, eu deveria retribuir o negativo, cobrindo-o de positivo, até que ambos se tornem positivos. Só assim haverá igualdade dos dois lados do sinal. Só assim os dois lados sairiam ganhando.

Porque que não ensinam essa matemática nas escolas?

Na matemática da escola, se eu tenho algo bom e divido com alguém, esse bem diminui em mim.

Mas, na matemática dos sentimentos, o único jeito de multiplicar o bem em mim, é dividindo-o com os outros. Na matemática da escola, essa operação dá errado.

Mas na matemática da vida dá certo.

Deve ser por isso que tem tanta gente errando nas contas da vida. Não nos ensinaram essa matemática.

Não nos disseram, por exemplo, que tentar dividir os que estão do outro lado do sinal, gera uma conta de subtração do lado de cá. Quanto mais eu divido lá, mais o positivo aqui diminui, até se tornar negativo.

Se, no final das contas, os valores dos dois lados do sinal tem que ser iguais, então que sejam ambos positivos. Só assim vale brincar de fazer conta.

Só assim para eu gostar de matemática.

E você? Como anda a sua matemática das emoções? Está tirando nota alta, ou "tomando pau" da vida?

Nas suas operações de dividir, está dividindo o seu bem com os outros, ou vive tentando dividir os outros?

Quando multiplica, multiplica seu amor, ou multiplica a sua dor?

E o negativo do seu coração, tem diminuído?

Como se faz para diminuir o negativo do coração? Que tal aprender a ver o positivo em tudo - até naquilo que parece negativo -, e aspirar esse positivo para dentro do peito?

Para quem já se encontrou, todas as contas dão positivo. Todas as experiências somam, e ele sempre sai com a sensação de que saiu ganhando.

Dividindo seu bem com os outros, multiplica o bem em si mesmo; transforma o negativo dele mesmo em positivo para o mundo, e a matemática dos sentimentos dá certo.

Será essa a tal "Equação de Deus" que os cientistas tanto procuram?

Será que eles estão procurando no lugar certo?

Quem sabe praticando a matemática da consciência equilibrada, aquela dos grandes mestres, a gente pare de se sentir dividido, e sinta-se uno com o Um que tudo é.

TERESA DE CALCUTÁ E CHICO DO BRASIL





Teresa de Calcutá, Chico do Brasil...


Com este título, lemos excelente artigo que nos remeteu a recordações do grande papel desempenhado, no mundo, por Madre Teresa de Calcutá e o médium mineiro Francisco Cândido Xavier.

Ambos nasceram no ano de 1910. Ela, Teresa, na Albânia. Ele, Chico, em Pedro Leopoldo , Minas Gerais. Ela, católica. Ele, espírita. No entanto, portavam-se um e outro como verdadeiros integrantes da família universal.
Tinham muito mais em comum do que apenas o ano de nascimento.

Seu mestre era o mesmo, Jesus. Tinham o mesmo sobrenome, amor. Nasceram com o mesmo objetivo, servir. Ela foi laureada com o Prêmio Nobel da Paz. Ele viveu pacificamente toda a vida.

Teresa de Calcutá viveu para os menos favorecidos. Queria ser pobre. Nunca conseguiu.

Seu coração transbordava riquezas: a nobreza da generosidade, as pérolas da fraternidade, os diamantes da solidariedade.

Ela dizia, em toda a sua simplicidade, que a felicidade humana é impossível de ser mensurada.

Como controlar em planilhas estatísticas a felicidade de um faminto que encontra o alimento?

Ela tinha razão. Impossível mensurar a felicidade humana. Por isso, trabalhava sem estatísticas, mas em prol da felicidade e dignidade de seus irmãos de caminhada.

Chico Xavier, do Brasil, o mineiro do século, também queria ser pobre, sem sucesso.

Doou os direitos autorais de seus mais de quatrocentos livros psicografados, que venderam e continuam a vender milhares de exemplares em todo o mundo.

Poderia ter tido polpuda conta bancária. Preferiu a simplicidade. Mas, nunca foi pobre. Sua vida foi repleta de amigos dos dois planos da vida.

Chico era e será, onde estiver, um milionário, um magnata das letras, um ícone da humildade, um pobre das moedas, mas rico de amor...

Narram que quem se aproximava de Madre Teresa de Calcutá não conseguia conter a emoção, devido à irradiação de sua serenidade e sua intensa energia espiritual.

Aqueles que conviveram com Chico afirmam que sua presença iluminava, acalmava, tranquilizava.

Chico e Teresa. Teresa e Chico. Parece que falamos de amigos: Olá, Teresa! Bom dia, Chico!

Mesmo os que não os conhecemos pessoalmente os sentimos como amigos.

Falar de suas conquistas, realizações e aventuras é como falar a respeito de amigos, porque entre amigos não há barreiras, inquietações, constrangimentos.

Teresa e Chico eram amigos do mundo, dos ricos, dos pobres, dos brasileiros, indianos, nigerianos, amigos de todos...

Teresa, de Calcutá e Chico, do Brasil deixaram marcas inesquecíveis e indeléveis. Ambos praticavam o amor.

O convite que nos deixaram é de, dentro de nossas possibilidades, vivermos como eles, servindo e amando para a construção de um mundo mais justo e fraterno.

Pensemos nisso!



Redação do Momento Espírita com base no artigo Teresa de
Calcutá, Chico do Brasil, de autoria de Wellington Balbo,
de Bauru/SP, publicado na Revista Espírita bimestral
da Comunhão Espírita Cristã de Lisboa,
Portugal, de maio/junho/2009.
Em 03.08.2009.

domingo, 9 de agosto de 2009

PAI




Pai (Fábio Jr.)

Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...
Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...
Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...
Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...
(....)
Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...
Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

JOHN LENNON




Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.

Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.

Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.

Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.

Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por "alguém".

(John Lennon)

O FILME DA TUA VIDA




Esse lindo vídeo, me foi enviado pelo grande amigo, Luismar.Com grande carinho compartilho com vcs
bjosssssssssssss

Mara Cruz

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

ENCANTE-SE





" Encante-se "

Você já se encantou alguma vez com coisas simples?
Com a água que cai, límpida e transparente, tocando sua pele com carinho, deixando-a aveludada e perfumada...
Com a planta de mil folhas, onde se escondem os vasos condutores da seiva, nos traços mais perfeitos...
Com o mar, na sua imensidão, suas tonalidades esverdeadas e a luz beijando a superfície no vai e vem...
Com o inseto minúsculo, camuflando o seu mini-sistema de vida, com asas desenhadas pelo Pintor perfeito...
Com o sol longínquo, a abraçar seu corpo ofertando poderosa energia em toda a extensão...
Com a inocência da criança, que acredita que o mundo já é perfeito, distribuindo o sorriso sincero e a confiança permanente...
Com a fidelidade dos animais domésticos...
Com a diversidade de raças, rostos e cores que dão vida ao planeta...
Com as cores do arco-íris que se confundem e ao mesmo tempo são distintas...
Com a risada sincera e desembaraçada que limpa a alma e o coração...
Com os alimentos, na sua multiplicidade de cores e sabores que saciam a fome e mantêm as energias das células, sustentando a vida...
Com as montanhas, em múltiplas e sucessivas camadas, sumindo no horizonte...
Com a alegria que brota dos corações, entre amigos sinceros...
Com a inteligência dos homens, que a cada segundo é superada por novas e úteis descobertas...
Com o poder do pensamento, que transforma tudo em realidade...
Com as lições de amor que o meigo Rabi da Galiléia nos deixou...
Enfim, você já se encantou alguma vez com coisas simples como um gesto sincero, sem disfarce?
Com o olhar seguro, sem desvio?
Com o toque suave, com energia?
Com o pensamento puro, sem hipocrisia?

Pense nisso!

As imagens impressas em calendários, cartões postais, folhetos, existem porque alguém se encantou com essas paisagens, flores, animais ou algum detalhe da natureza...
E não precisa muito esforço para perceber essas belezas singelas com que a natureza enfeita nossos caminhos diários.
Vale a pena se deixar encantar com as coisas simples que estão ao nosso redor...
Pense nisso e aproveite as oportunidades!
Encante-se com as coisas simples da vida!

Mensagens angels

ERA UMA VEZ.......O AMOR




Era uma vez, o amor...
morava numa casa repleta de estrela e enfeitada de sol.
Luz não havia na casa do amor, afinal, a luz era o próprio amor.
E uma vez o amor queria uma casa mais linda para si.
Então fez a terra, e na terra fez a carne, e na carne soprou a vida e na vida imprimiu a imagem de sua semelhança.
E chamou a vida de homem.
E, dentro do peito do homem, o amor construiu sua casa, pequenina,
mas palpitante, inquieta e insatisfeita como o próprio amor.
E o amor foi morar no coração do homem.
E coube todinha lá dentro porque o coração do homem foi feito do infinito.
Uma vez.... o homem ficou com inveja do amor.
Queria para si a casa do amor, só para si.
Queria a felicidade do amor, como se o amor pudesse viver só.
Então o amor foi-se embora do coração do homem.
O homem começou a encher seu coração, encheu-o com todas as riquezas da Terra e ainda ficou vazio. (Ele sempre tinha fome).
E continuava com o coração vazio.
E uma vez...
resolveu repartir seu coração com as criaturas da Terra.
O amor soube...
vestiu-se de carne e veio também receber o coração do homem.
Mas o homem reconheceu o amor e o pregou numa cruz.
E continuou a derramar suor para ganhar a comida.
O amor teve uma idéia: Vestiu-se de comida, se disfarçou de pão e ficou quietinho...
Quando o homem ingeriu a comida o amor voltou à sua casa, no coração do homem.
E o coração do homem se encheu de plenitude.

Mensagens Angels www.mensagensangels.com.br

ALMAS GÊMEAS





SOBRE ALMAS GÊMEAS


Há determinadas teorias que afirmam que no início da Criação, os seres foram criados em pares idênticos que , separados, seguiram seu destino na evolução; mas que varam a Eternidade em busca da sua metade perdida.
Outras porém. Dizem que não foram criadas metades que precisam se unir a outra para se completar. Afirmam que almas gêmeas são criaturas que foram companheiras em várias encarnações e se tornaram afins nos gostos e sentimentos e , quando separadas anseiam pelo reencontro.


Não tenho intenção de concordar ou discordar dessa ou daquela teoria, apenas expor o fruto de minhas modestas divagações e intuições colhidas durante a jornada desta existência.


Observando, notei que não há igualdade absoluta nos gostos, desejos e ideais entre um casal que chamamos de almas gêmeas; mas sim um profundo afeto que os unem , que não se apaga e nem esmaece perante o tempo, tornando-se cada vez mais profundo e puro.


Erradamente procuramos nossa outra metade naquela pessoa que em tudo se assemelha ao nosso eu; o mesmo gosto por tudo que nos interessa e até nas coisa mais banais da vida buscamos uma total igualdade.

Por mais que sintamos algo profundo por uma pessoa , por mais que queiramos sentir e gostar de tudo esta pessoa gosta, nunca deixaremos de ter as nossas preferências e convicções. Amar nunca foi deixar de ser, mas sim, compartilhar o ser.

Amar não é anular-se e nem pedir que o outro se anule por nós. Podemos ter o mesmo gosto pela música , mas não necessariamente pela a mesma música. Se formos procurar alguém que nos complete em tudo , procuraremos em vão , pois não há em todo Espaço Sideral uma cópia nossa.


A maior lição desta matéria estudada resultou nesta frase: amar é sintonizar e não olhar-se no espelho.

Se não encontramos no outro a nossa cópia, não significa que não encontramos a nossa alma gêmea; provavelmente , enceguecidos pela busca de alguém que nos complete, aprecie tudo que gostamos e nos compreenda, esquecemos de nos perguntar se nós somos alguém que complete o outro e saiba compreender também.

É por esse grave engano que notamos tantas uniões desfeitas ; tantas desarmonias entre homens e mulheres e principalmente essa multidão de solitários (as) , esperando sem o mínimo esforço um milagre acontecer, fazendo aparecer sua alma gêmea numa embalagem para presente.


Será que ele(a) já não veio deixamos partir pela cegueira de nosso orgulho e vaidade?


Conclui que para nos unirmos “a alguém que nos faça plenamente felizes, precisamos aprender primeiro a esquecer o nosso ego, deixar de lado o eu quero.

Lembrando que quando amamos uma pessoa, amamo-la pelo o que ela é.

Somente.

Sem usar cálculos, molde, medidas, comparações,pesos e auto-referência, apenas: amamos!

 

Miryã Kali/MLucia

12 de janeiro de 2002



“... a alma, antes de voltar à Terra, bebe da água do esquecimento, porém, o reencontro de almas que já se amaram anula, por breves momentos, esse efeito;

o amor de “almas gêmeas” não morre jamais, acompanhando o infinito ciclo das reencarnações. (Pitágoras)