quarta-feira, 26 de maio de 2010

ARTE NA RUA - LA MONA LISA DE CAFÉ CON LECHE....









El artista y el público asistente, observan de pie, el cuadro gigante de la Mona Lisa, realizado en Sidney, Australia.

En el mismo, se emplearon 3.604 vasos de café a los que fueron añadiendo diferentes cantidades de leche para crear los distintos matices....

PROCURA-SE UM AMANTE........




PROCURA-SE UM AMANTE.





Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um.

Há também as que não têm as que tinham e perderam.

Geralmente são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de depressão.

São várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas.

Elas já esperam o diagnóstico de depressão e a inevitável receita do anti-depressivo do momento...



Mas, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que na verdade precisam é de um ...... AMANTE !



“Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!”

- pensam chocadas, escandalizadas.



Mas eu explico:

AMANTE é aquilo que nos apaixona ”



É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.



O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.



É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.



Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.



Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer do passatempo predileto...



Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir levando".



E o que é "ir levando"?



Ir levando é ter medo de viver.

É afastar-se do que é gratificante.

É observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra

É se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.



Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.



Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante, seja também um amante e um protagonista ...



da SUA VIDA...



A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:



"PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA."

Desconheço autoria....se vc souber por favor, queira me avisar para dar os devidos créditos.. Mara cruz

FAÇA SUA PARTE!!!!!!!!




Faça a sua parte, ainda que pequena.

Singelas contribuições são poderosos instrumentos do Bem!

Manifestações simples de amor,

Exercícios contínuos de bondade,

Pequenos gestos de caridade,

Expressões modestas de doação,

Sincera…

Por que esperar?

O melhor se constrói aos poucos

O genuíno se mostra com a experiência.

O ideal serve de inspiração!

O pouco partilhado se faz banquete

Diante do nada… do outro…tão próximo…

O serviço nos aguarda a disposição

Ainda que tímida…

Os Anjos nos esperam tão somente o possível

Mesmo que limitado…

A fraternidade aponta o caminho da Paz,

O coração aguarda paciente melhores escolhas,

E a consciência, desperta, estimula

O primeiro passo, medroso e vacilante,

Em direção à Fé-licidade!


por Aline Rangel.

A RELVA





A relva

Na paisagem ela forma um tapete extenso e verdejante. Sobre ela passam os animais, que a pisoteiam.

Alguns, famintos, nela encontram alimento e, por isso, a arrancam nos dentes afiados.

Ela continua serviçal, na função que a natureza lhe ofereceu.

E trabalha, na intimidade da terra, esforçando-se para recompor as falhas provocadas, tornando a aparecer, exuberante sobre a terra.

Quando atapeta praças esportivas, é comprimida por grande número de pés, mas prossegue em seu mister.

Chutes mais fortes lhe arrancam pedaços, por vezes. Ela continua, operosa, a sua tarefa.

Agredida pela canícula inclemente, ela se aquieta no sofrimento.

Ressecada, prossegue na sua contribuição de cobrir grandes porções de terra, transformadas em campos ou praças.

Pensam que ela morreu. Todavia, logo venham as bênçãos de chuva, ela torna a reverdecer.

Esquece, rapidamente, os sofrimentos e a secura, para sofrer tudo outra vez.

Vez ou outra, padece a dilaceração da enxada, transferindo-a a outros lugares, replantando-a ou desprezando-a sobre o monturo.

De outras, passa pela poda da tesoura, a fim de mais embelezar-se.

É a imagem da humildade ativa.

Notando esse quadro tantas vezes desconsiderado do relvado a se oferecer, apesar de tudo, miremo-nos nele à busca de lições.

Da mesma forma que a relva, não nos deixemos desfalecer ante o pisoteio das experiências difíceis. Ou o mordiscado das decepções no caminho por onde sigamos.

Quando a secura das afeições, em forma de indiferença ou abandono, nos alcançar, permaneçamos firmes.

E renovemo-nos ante as bênçãos de outros corações que nos amam e oferecem apoio e consolo.

Ao contato insano dos que nos agridem nos mais caros sentimentos, despedaçando-nos o coração, prossigamos.

Como a relva, busquemos na intimidade as energias necessárias para reverdecer, realizando as tarefas que nos competem, sem esmorecer.

Trabalhemos em nós a humildade e a paciência, sem deixar de servir.

Os que hoje agridem, passarão. Suas palavras, seus ataques, suas calúnias... Tudo passará.

Depois dos dias de frio, vento e tempestade, sempre retornam as manhãs cantantes de sol e as tardes quentes, ao sabor do vento passante.

Iniciemos esforços para sofrer, sem nos desgovernarmos, nem abandonar os deveres que nos competem.

Não deixemos de servir porque a poda indevida nos alcançou, seja ela em forma de dores morais ou físicas.

Sempre estejamos dispostos a começar tudo novamente.

E, se enfim, nos sentirmos crestados por causa de tantas esfogueantes agonias, contemos com a chuva formidável da assistência do nosso Jesus.

Confiantes e dispostos, envolvidos nas benesses da sua atenção, preparemo-nos para despontar em novo amanhã de frescor e alegria, exatamente como a relva.

Pensemos nisso! E não nos permitamos parar de crescer e servir, porque alguém desavisado pisoteou nossas esperanças e nossos sonhos.

Renovemo-nos sempre pela vontade de servir e passar adiante para que os que venham depois somente encontrem traços de luz por onde passamos.





Texto da Redação do Momento Espírita com base no cap. 8, do livro Rosângela, do Espírito homônimo, psicografia de J. Raul Teixeira, ed. Fráter

O ROMANTISMO NÃO MORREU




O romantismo não morreu

Nos tempos que correm, uma onda de pessimismo parece ter tomado conta das pessoas.

Ouvimos idosos, olhando para o passado, e lamentosos, dizerem: Ah, no meu tempo era tão diferente.

Abanam as cabeças, de forma negativa, olhando para os jovens que falam em ficar, em pegar e que parece terem esquecido todas as regras do recato e do bom tom.

Saudosos, esses que amadureceram na vida, lembram do tempo do seu namoro, onde pegar na mão do namorado já queria dizer um compromisso sério.

Beijo antes do casamento, somente na mão, na testa ou na face. Onde, enfim, tudo era reservado para a noite de núpcias. Especial, única, inapagável.

Onde se aguardava o dia do casamento como o do dia D: inigualável.

Ouvindo tudo isso, se nos deixarmos envolver, acabaremos, igualmente por nos contaminar. E tudo passaremos a ver dessa forma.

Como se o romantismo tivesse morrido, o amor tivesse sido substituído por expressões ligeiras de um afeto fantasioso, que hoje é e amanhã é jogado fora.

Contudo, não são todos os jovens que deixaram de sonhar com as coisas belas. E o amor continua na moda. O romantismo subsiste nas almas que amam o belo, o bom.

Verificamos isso, em muitas atitudes detectadas na juventude. Quantas meninas sonham com o baile de debutantes, o serem enlaçadas por um jovem belo e adentrarem o salão, ao som de uma emocionante valsa?

Observamos, em concertos que têm proliferado pelo mundo, acontecendo em grandes estádios, para milhares de pessoas. Ali estão as mais variadas idades presentes: crianças, jovens, adultos, idosos.

E cada qual se emociona à sua maneira com a orquestra, a música, a dança, as cores e as luzes.

Uns choram lembrando os amores já vividos, as experiências passadas.

Outros se emocionam, sonhando com o futuro que almejam para si, ao som dos acordes que se sucedem e do espetáculo que é mostrado no palco.

Quando veem jovens lindas, em vestidos maravilhosos, com seus pares em elegantes fraques se movimentarem aos sons melodiosos de uma valsa, as lágrimas lhes vêm aos olhos.

Elas suspiram... E sonham. Sonham em ter um amor, que seja eterno. Em ter um par para toda a vida. Um par que as beije com delicadeza, que tenha gestos de polidez.

Par que saiba elevá-las no ar, com braços fortes, quando as dores lhes estiverem vergastando os dias, exatamente como os dançarinos fazem com suas acompanhantes, no palco.

Sim, o amor não morreu. As jovens continuam a sonhar com cavalheiros e eles, com verdadeiras damas.

Não nos deixemos contaminar, pois, pela onda de pessimismo que se apresenta em muitos seres.

Saibamos descobrir esses corações mal saídos da infância, sonhando com um futuro de alegria, de amor e de beleza. Para si, para seu par, para sua família, para o mundo.

Ao lado dessas criaturas que parecem para nada ligar, senão para o momento presente, milhares de almas almejam um futuro melhor para esse planeta, começando por idealizar e lutar por sua própria e verdadeira felicidade.

Pensemos nisso e invistamos nesses jovens, que podem ser nossos filhos, nossos netos, nossos sobrinhos, nossos irmãos, nossos amores, bem próximos de nós.

Descubramo-los e os auxiliemos em sua construção do mundo de amor, desde agora. Por eles, por nós, pelos que virão empós.





Redação do Momento Espírita

sábado, 8 de maio de 2010

SONHOS DE MÃE




SONHOS DE MÃE
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1221&let=S&stat=0

Safiya Hussaini, 37 anos, mulher, negra, pobre, nigeriana.

Aquela é uma mulher sofrida. Mãe de 9 filhos, dos quais perdeu 5 para a malária, vive na casa do velho pai, na mais completa miséria.

Analfabeta e ignorando as leis que deveria obedecer, fôra condenada à morte por apedrejamento, no ano de 2001.

Qual foi o seu crime? A gravidez fora do casamento.

Safiya deu à luz uma menina chamada Adama.

A condenação era fato, e a pena estava prescrita: Safiya seria enterrada até à altura das axilas, e depois seria apedrejada até à morte.

No entanto, a lei estabelece que para a execução é preciso esperar que a criança seja desmamada.

Enquanto a mãe amamentava a criança, houve tempo para que pessoas de todo o mundo se mobilizassem para impedir a execução cruel.

Algum tempo depois, uma defesa bem elaborada por vários advogados, conseguiu que o supremo tribunal da Nigéria absolvesse aquela mulher-mãe.

Quatro anos depois, ao ser entrevistada por uma rede de televisão brasileira, Safiya falava, com certo pesar:

“Perder os filhos foi a coisa mais triste da minha vida, muito mais doloroso do que a ameaça de morte por apedrejamento.”

A nigeriana conta que o medo era seu companheiro inseparável, e que pensava principalmente na filha pequena, que ficaria sozinha se ela morresse apedrejada.

Como a sua história foi notícia no mundo inteiro, comoveu pessoas de bom coração que enviaram recursos para que Safiya pudesse construir uma casa para viver com os filhos.

A construção singela ficou pela metade porque os recursos acabaram, mas o sonho daquela mãe ainda está vivo.

O sonho é simples e não custa muito: ter uma casinha para viver tranqüilamente com seus filhos.

Adama, já com quatro anos, aconchegada ao colo da mãe diante das câmeras, nem suspeitava que havia sido a causa de tudo.

Safiya, uma mãe como tantas outras. O amor pelos filhos acima do próprio sofrimento e da ameaça de morte.

Ser mãe é uma condição que traz algo em comum em qualquer lugar do mundo, não importando a nacionalidade, a cor, a posição social. E esse algo mais é o amor pelos filhos.

Um coração de mãe é esse santuário seguro onde os filhos encontram refúgio, incondicionalmente.

Nem a penúria, nem a desgraça, nem o pavor da morte, podem extrair de um coração de mãe esse sentimento chamado amor.

Um coração de mãe é a mais sublime harpa viva, de onde se pode ouvir as mais belas canções de ninar...

Os mais belos poemas de ternura...

A mais encantadora melodia de amor e dedicação.

Um abraço de mãe é o mais tranqüilo aconchego que se pode almejar...

É o laço de afeto que afugenta o medo, desfaz a tristeza, traz segurança e atrai a esperança...

A abnegação de mãe é a força capaz de modificar o mundo, de reconstruir jardins devastados pela invernia, restaurar corações quebrados e fazer brilhar a luz onde a noite ameaça...

* * *

Na figura de Safiya, a mãe pobre da Nigéria, maltratada pelos açoites da dor, pelo preconceito, pela penúria extrema, desejamos fazer uma singela homenagem a todas as mães do mundo...

Mães de filhos ausentes...

De filhos delinqüentes...

Filhos encarcerados...

Mães de filhos ingratos...

De filhos desaparecidos...

Filhos meninos e filhos crescidos...

A todas as mães de filhos presentes...

De filhos inteligentes...

Filhos amorosos...

Mães de filhos dos filhos...

Mães de filhos honrados...

De filhos agradecidos...

Filhos desesperados...

Enfim, nossa homenagem sincera a todas as mães da face da terra, mães de todas as raças, de todas as cores, de todas as crenças, de todas as idades... Mães apenas.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em reportagem feita pela Rede Globo de Televisão, apresentada no programa Fantástico, no dia 24/05/2005.

www.momento.com.br

"ORAÇÃO DE CURA PARA AS MÃES"











Oração de cura para as mães



Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém.

Obrigada meu Deus pelo dom de ser mãe, colaborar contigo na criação.

Gerar a vida é dom sublime que não se explica muito, se vive.

E neste dia ofereço a minha oração aos céus porque assumo com todas as forças e por mais desafiante que seja

a tão importante missão divina: ser mãe.

Obrigada Senhor pelo dom de ser mulher, por depositar em mim toda a capacidade natural de formar, gerar,

criar, educar, amar.

Obrigada meu Deus por me acolher como filha e me compreender nos processos que vivo que muitas vezes

nem eu mesma me entendo.

Obrigada por ser paciente quando eu erro, quando sou difícil, quando reclamo e até mesmo desanimo.

Sim, antes de ser mãe, antes de colaborar contigo no plano da criação, sou tua filha e às vezes me esqueço

que preciso de cuidados.

Tu me amas Senhor e eu sei, reconheço que tu me amas e ninguém nesta vida tem mais amor por mim

que o Senhor.

Envolva-me com este amor neste dia e cura-me, renova as minhas forças para que eu possa recomeçar.

Cura as feridas deixadas pela maternidade, desde o momento que descobri que estava grávida.

Leva-me a compreender que era mais vontade tua do que minha a vida desta criança e por isso a responsabilidade

por viver bem aquele tempo.

Todas as dificuldades da gestação sejam agora mergulhadas na tua misericórdia.

As reações físicas, próprias da gravidez, a mudança do corpo e as rejeições que neste tempo surgiram.

As dificuldades de relacionamento com o pai da criança e outras pessoas, que muitas vezes não entenderam a minha

real necessidade.

Cure Senhor as marcas do medo e da ansiedade de cada exame que fiz.

Cura-me Senhor dos traumas das possíveis doenças que afligiram a mim e ao meu bebê no tempo da gravidez,

cura-me dos medos que tinha de saber que ele não era perfeito ou de perdê-lo, podes voltar no passado

por que és o Senhor do tempo e curar estas feridas.

(Não tenha medo se estão vindo lembranças dolorosas, destas lembranças Jesus é o Senhor e a cura é certa para

todas elas.)

Te apresento Senhor aquele abençoado dia, o dia do nascimento, os sentimentos confusos que vieram, a euforia

ou o medo de não saber lidar com a situação, a ansiedade, cura Senhor.

Equilibra o psicológico se houve exageros, e diante da depressão pós parto e todo o sentimento de culpa

que eu trago até hoje eu lhe peço Senhor uma libertação completa.

Cura-me no período da amamentação, o sentimento de frustração de não conseguir amamentar,

das dores no peito, as feridas, dá-me a graça de perdoar as pessoas que me julgaram neste tempo, me pressionaram,

me rejeitaram, me perseguiram, eu perdôo Senhor cada uma e faço isso somente pela tua graça.

Te louvo pelo crescimento do meu filho (a), posso contemplar em cada fase o milagre da vida, a inteligência,

as emoções, as primeiras palavras, a capacidade de se comunicar, quanta beleza Senhor, muito obrigada.

São muitos os motivos que tenho para louvar-Te…

(Louve o Senhor por tudo de bom que você viveu com o seu filho na infância, lembre-se de fatos marcantes que

te encheram de alegria).

Peço que o Senhor mergulhe na tua misericórdia os momentos que me desesperei quando vi meu filho (a) doente,

quando ele (a) caiu, quando fizeram alguma maldade a ele (a), eu me senti impotente Senhor, me senti incapaz, culpada.

Me ajude, pois isso me marcou e a partir desse dia não consegui me levantar novamente.

Com tua mão, põe-me de pé Senhor, eu preciso.

Peço perdão meu Deus pela minha ausência na vida do meu filho (a), pelas vezes que ele (a) precisou de mim

e eu não estava presente, pelas vezes que ele (a) queria minha atenção, que ele (a) queria brincar, conversar,

sair comigo e eu não estava lá ou fui indiferente, Tu sabes Senhor os motivos porque agi assim, sabes que muitas

vezes estava trabalhando para dar o melhor para ele (a), porém hoje eu sei que tudo isso é passageiro e o mais

importante é a qualidade de presença, o mais importante é ser presença e era isso que ele (a) precisava.

Aproveito então para rezar por… (diga o nome de seu filho (a) e pedir que o Senhor visite-o onde quer

que ele esteja neste momento e encha com a tua presença, com o Teu amor, com o Teu Espírito,

para que todo o vazio que gerou carência dentro dele (a) sejam agora preenchidos por Ti.

Não importa a idade que ele tenha, é o meu filho (a), e todo o amor que ele precisava e eu não dei que ele (a)

possa sentir agora.

Como o vento que leva as mais pequeninas sementes leve esta semente Senhor ao coração do meu filho (a),

leve o meu amor a ele (a) e dá-me a graça de neste dia manifestar a minha alegria de ser mãe a ele (a),

pois mais do que eu ele (a) precisa deste gesto.

“Não basta que nossos filhos saibam do amor que temos por eles, eles precisam sentir esse amor”. (Dom Bosco)

Por fim lhe peço Senhor:

batiza-me, lava-me e encha-me do Teu Espírito, dá-me a graça de recomeçar e louvar, louvar, louvar por que me

escolheste para ser mãe!

Amém. Aleluia!

Fonte: Eliana Ribeiro – Comunidade Canção Nova

MAIO..MÊS DAS MÃES, MARIA , NOIVAS....






AMOR DE MÃE



Maio, mês das mães, de Maria, mês das noivas, tempo abençoado por uma suavidade amorosa que sempre me toca profundamente, cada ano de forma especial, diferente.

Enquanto vivemos tempos tão difíceis, de muita violência, de catástrofes, de aumento no consumo das drogas entre os adolescentes, eu me lembro dessas mulheres que são mães e que tanto sofrem, diante de filhos problemáticos, agressivos, viciados, mortos, agredidos, desacreditados, trancafiados em prisões fétidas e desumanas... E peço ao Deus de Amor que as abençoe e que cure as feridas de seus corações, da forma que só Ele pode e sabe como.

Mães que desculpam as atitudes de seus filhos, apesar de reconhecê-los culpados de muitos erros. Mães que choram sem parar pedindo-lhes uma mudança de comportamento, muitas vezes sendo vítimas de espancamentos e agressões por parte de seres que elas ajudaram a trazer a este planeta.

Só um coração de mãe pode amar este filho desviado do Bem e tão desequilibrado. Mas ela é capaz de amá-lo, apesar de tudo. Ela acredita que um dia ele pode vir a se modificar e pede a Deus por aquele que todos tratam como se fosse um verdadeiro monstro.

Este amor incondicional é o bálsamo para as feridas profundas que existem em todos nós. Muitas que apareceram nesta nossa vida atual, outras que trouxemos conosco, ao nascermos mais uma vez no planeta. Só esta energia amorosa divina tem o dom de transformar o joio em trigo...

Homenageando as mães, neste mês de maio a elas consagrado, penso não apenas naquelas que sorriem vitoriosas, por terem tido a glória de ter filhos perfeitos fisicamente, que mesmo lutando, estão vivendo de forma equilibrada.

Lembro-me dessas heroínas na desventura e na dor, que acompanham a tortura sofrida por seus filhos vivendo em penitenciárias, das que vivem a suplicar um pouco de paz, convivendo com filhos viciados, nas que receberam filhos doentes desde o berço e a quem cumulam de carinho e atenção, buscando a todo custo que venham a conquistar uma vida mais digna no futuro, apesar de suas limitações.

Enfim, quando soubermos de mais um crime hediondo, praticado por qualquer ser humano, aqui ou em outro país, lembremos de fazer uma prece por sua mãe, que na sua dor sabe que muito pouco pode fazer para impedir o sofrimento de seu filho, que está sendo punido justamente por erros cometidos.

Quando me refiro às mães, não estou me esquecendo dos pais que também amam incondicionalmente. Penso que, por mais errado que alguém o seja, sempre é amado por alguém, que sofre por ele, que ora por ele, que torce por seu reajuste e transformação. É por todos esses seres amorosos que peço a Deus que dê força e esperança em dias melhores, pois esta dor de que falo é muito profunda e inesquecível!

Feliz mês das Mães para todos os que amam e por isto são capazes de perdoar, de se compadecer, mesmo diante das piores circunstâncias!

Amor de Mãe
por Maria Cristina