domingo, 8 de agosto de 2010




Qualquer pessoa que tome uma atitude paternal irá irradiar energia e vitalidade.
Não faltará amor para conhecer o que ainda é desconhecido,
amor pela ação que vitaliza e ancora aquilo que foi visualizado.
A energia do Pai dentro de nós inspira a vivacidade e torna consciente o valor de saber usar amorosamente a vontade para estimular a verdadeira criatividade.

DIA DOS PAIS




OS BRAÇOS DE MEU PAI


http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=979&let=B&stat=0

"Haverá lugar mais seguro no mundo, do que os braços de meu pai?

Haverá abraço mais forte, presença mais certa, do que a certeza de meu pai?

Depois de partir tantas vezes, depois de lutar tantas vezes, haverá outro lar para onde eu possa voltar, senão para a mansão do coração de meu pai?

Haverá professor mais dedicado, médico mais experiente, conselheiro mais sábio do que este?

Haverá olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, lágrimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele?

Existirá mais alguém no mundo que lute por mim como ele? Que se esqueça de suas necessidades pensando nas minhas? Que esteja lá, em qualquer lugar, a qualquer hora, por seu filho?

Existirá mais alguém no mundo que renuncie a seus sonhos pessoais por mim, e que chegue até a tornar os meus sonhares os seus próprios, por muito me amar, e por muito querer me ver feliz? Existirá alguém?

Raros são os corações como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos pólos terrenos.”

Nossos pais são únicos. São destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torná-las completas.

Nossos pais são únicos. São as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca.

São tão valorosos, que mesmo após se tornarem invisíveis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abraço seguro de todas as horas.

É por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, não somente hoje, mais em todas as manhãs que a vida nos proporcionar; que se meus passos são mais certos hoje, é porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais responsável, é porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, é porque tive em você a maior de todas as inspirações.

Não sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me fará mais feliz no futuro do que reencontrá-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existirá lugar mais seguro no mundo, do que os seus braços, meu pai querido.

Minhas preces têm em seus versos o seu nome.

Meu espelho tem as feições que seu semblante me emprestou.

Minha fé tem a sua certeza, a sua confiança.

Meu coração tem as sementes das suas virtudes, e o livro da história de minha felicidade, tem em todas suas páginas, a palavra “pai”.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no poema “Os braços de meu pai” – autor desconhecido

sábado, 31 de julho de 2010

PUDIM DE SOBREMESA




Pudim de sobremesa


Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Um só.

Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.

A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.

Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...

Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça,
enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar
vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga: um pudim inteiro, um sofá pra eu ver Crepusculo,
uma caixa de trufas bem macias e o Cauã Reymond, nu, embrulhado pra presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . ..


Martha Medeiros

COMO SE FAZ UM HERÓI..






Como se faz um herói

Talvez um herói se faça com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.

Ao menos para o jovem britânico Nicolas Winton a fórmula foi essa.

Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.

Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.

De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.

Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.

Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.

De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.

Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.

Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.

Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.

Infelizmente, lamenta Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.

Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.

Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou mais de 600?

Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.

Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.

Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuida do seu jardim e ainda usa o tempo para ajudar um asilo.

Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.

Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.

Foi em 1988 que o fato se tornou conhecido e ele passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.

* * *

Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.



Redação do Momento Espírita, com base em fatos da vida de Nicolas Winton.

COMO FAZER ALGUÉM FELIZ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





Como fazer alguém feliz

Aquele professor era diferente de todos os demais. Os deveres de casa que ele passava eram sempre surpreendentes. Criativos.

Enquanto os outros professores nos mandavam responder perguntas ao final do capítulo ou solucionar os problemas de números tal a tal, ele tinha tarefas bem diversas para nossa classe.

Naquela quinta feira ele falou a respeito do comportamento como um meio de comunicação.

"Nossos atos falam mais do que as palavras. O que as pessoas fazem nos diz algo sobre o que estão sentindo", afirmou.

"Agora, como dever de casa, vejam se conseguem mudar uma pessoa, massageando o ego dela o bastante. Tanto que vocês percebam uma mudança em seu comportamento. Na próxima aula, vocês relatarão seus resultados."

Quando cheguei em casa, naquela tarde, olhei para minha mãe e vi que ela estava sentindo muita pena de si mesma. Os cabelos lhe caíam sobre o rosto. A voz parecia um lamento. Enquanto preparava o jantar, ela ficou suspirando.

Quando cheguei, não falou comigo. E assim eu também não falei com ela.

O jantar foi triste. Papai estava sem vontade para falar. Foi aí que decidi colocar em ação o dever de casa.

"Mãe, sabe aquela peça que o clube de artes dramáticas da universidade está encenando? Por que você e papai não vão assisti-la hoje à noite?"

"Esta noite não dá", disse logo meu pai. "tenho uma reunião importante."

"Naturalmente", foi a resposta seca de minha mãe.

"Bem, por que não vai comigo?" - quando acabei de formular a pergunta, me arrependi. Imagine: um rapaz do segundo grau sair à noite com sua mãe. Mas agora não havia mais conserto.

Ela perguntou toda animada:

"De verdade? Rapazes não costumam sair com as mães."

Eu engoli em seco antes de tornar a falar: "não existe nenhuma lei dizendo que a gente não pode sair com a mãe. Vá se arrumar."

Ela carregou uns pratos até a pia. Seus passos estavam mais leves, em vez de arrastados.

Papai e eu lavamos a louça e ele comentou o quanto eu era um filho atencioso e gentil.

Deprimido, eu pensei :"tudo por causa da aula de psicologia."

Mamãe voltou para a cozinha, mais tarde, parecendo cinco anos mais nova.

Parecendo não acreditar no que estava acontecendo, ela insistiu: "você tem certeza de que não vai sair com ninguém esta noite?"

"Agora eu vou. Vamos nessa!"

A noite não foi tão desagradável como eu pensara. A maioria dos meus amigos certamente fez algo de mais empolgante naquela noite do que assistir uma peça de teatro.

Ao final da noite, minha mãe estava genuinamente feliz. E eu próprio, bastante satisfeito.

Acabei me dando superbem no dever de casa. E aprendi um bocado sobre como fazer alguém feliz.

***

Pode ser que você não tenha dever de psicologia para fazer em casa. Pode ser que você nem esteja estudando. Não importa.

Na universidade da vida, o curso não acaba nunca. Sempre é tempo de aprender e exercitar. Por isso, tente hoje, fazer alguém feliz.

Pode ser seu filho, sua esposa, sua mãe. Que tal um amigo, um irmão?

Simplesmente alguém que transite em seu caminho. Observe, ofereça seu tempo, sua companhia. Faça um comentário gentil. Abrace, beije, converse. Proponha um passeio. Um programa diferente.

E descubra como é bom fazer alguém feliz.






Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. Como massagear um ego, de autoria de Kirk Hill, do livro Histórias para aquecer o coração dos adolescentes de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.

REFLETINDO.....





“Jesus deve ter pensado muito bem em suas atitudes. Sabia que elas seriam comentadas pelos séculos vindouros, e precisava dar o exemplo.
Seu primeiro milagre? Não foi curar um cego, fazer um coxo andar, exorcizar um demônio: mas transformar água em vinho, e animar a festa.
Seus companheiros? Não foram os que comandavam a cultura e a religião da época; mas homens comuns, que viviam de seu trabalho.
Suas companheiras? Não eram como Marta, que fazia bem direitinho a tarefa doméstica; mas como Maria, que o seguia com liberdade.
O primeiro santo? Não foi um apóstolo, nem discípulo, nem um fiel seguidor; mas o ladrão que morria ao seu lado.
O sucessor? Não foi aquele que mais se aplicou em aprender seus ensinamentos; mas quem o negou no momento em que mais precisava de ajuda.
Enfim, nada do que mandava o manual do bom comportamento.”


Paulo Coelho (2010)

O PESO DE VIVER





O peso do viver

Viver não é uma tarefa muito fácil.

Em todas as fases da vida os desafios se apresentam.

Na infância, há os trabalhos escolares, as tarefas cada vez mais complexas.

Na adolescência, perceber o mundo pode ser bastante doloroso.

Na juventude, deve-se optar por uma profissão e desenvolver esforços para conquistá-la.

Na época da maturidade, surgem problemas com filhos e abundam desafios profissionais.

Na velhice, o balanço do que se viveu pode causar decepção, sem falar nas forças físicas em declínio.

Permeando tudo isso, há problemas de saúde e amorosos, além de dificuldades com a família.

A vida é repleta de encontros e desencontros, de despedidas, lutas, vitórias e fracassos.

Dependendo do ângulo que se analisa, a vida pode parecer um castigo, um autêntico peso a ser suportado.

E realmente os problemas são inerentes ao viver.

Desconhece-se alguém que tenha atravessado a existência sem enfrentar dúvidas e crises.

Entretanto, viver é uma dádiva divina.

Embora a vida também envolva dores e sacrifícios, ela não se resume nisso.

Há a emoção do nascimento de um filho, a alegria de amar e ser amado, a beleza de um pôr-do-sol.

Depende de cada um escolher quais aspectos de sua existência irá valorizar.

É possível manter a mente focada na longa enfermidade que se atravessou, ou nas lições que com ela foram aprendidas.

Podem-se destacar os esforços feitos em determinada direção, ou a satisfação da vitória.

Conforme seja enfocado o aspecto positivo ou negativo das experiências, viver será algo mais ou menos leve.

Mas há outro aspecto a ser considerado a respeito das dificuldades inerentes à existência humana.

Como tudo no universo, os homens estão em constante aprimoramento.

Todos são espíritos, em jornada para a amplitude.

A existência terrena é um diminuto instante nessa maravilhosa viagem pelo infinito.

Após estagiar por longo tempo na seara do instinto, a humanidade desenvolve sua razão e ruma para a angelitude.

Para isso, necessita aprimorar sua sensibilidade, tornar-se valorosa e nobre.

As experiências com que a criatura se depara voltam-se justamente a prepará-la para seu glorioso porvir.

É preciso que os instintos gradualmente percam sua força, dando lugar às virtudes.

Assim, amar não mais como manifestação de posse, mas de forma sublime, preocupando-se em ver feliz o ser amado.

Educar a própria libido, percebendo-a como energia criativa, em harmonia com o cosmo.

Esquecer a tendência de dominar pela força, aprendendo a convencer pela lucidez dos argumentos.

Abdicar da violência, desenvolvendo a afabilidade e a doçura.

A vida chama as criaturas para um amanhã de luz, de paz e ventura.

Ocorre não ser possível cultivar um jardim em pleno charco.

Justamente por isso viver parece tão difícil.

É que os homens são constantemente convidados a abrir mão de velhos vícios.

Tanto maior seja a resistência em aprender a lição, tanto mais contundente ela será.

Assim, se você quer ser feliz, desfrutar de bem-estar, passe a remar a favor da maré.

Dome seus vícios, conscientizando-se de que eles é que o infelicitam e tornam sua existência penosa.

Ame a vida, seja honesto, trabalhador, bondoso e puro.

Em pouco tempo seu viver se tornará leve e prazeroso, pois você terá instalado um céu dentro de sua própria consciência.


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

A TECNOLOGIA DO ABRAÇO



A tecnologia do abraço por um matuto mineiro




O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... Das invenção dos homens, a que mais tem sentido é o abraço.
O abraço não tem jeito de um só aproveitar! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha....
Quando você tá danado de saudade, o abraço de alguém te alivia...
Quando você tá com muita raiva, vem um, te abraça e você fica até sem graça de continuar com raiva....
Se você tá feliz e abraça alguém, esse alguém pega um pouquinho da sua alegria...
Se alguém tá doente, quando você abraça ele, ele começa a melhorar, e você melhora junto também....
Muita gente importante já tentou dar um jeito de saber por que que é que o abraço tem tanta tecnologia...
Mas eu sei!
O abraço é bom por causa do coração...
Quando você abraça alguém, faz massagem no coração!...
O coração do outro é massageado também! Mas não é só isso, não....
Aqui tá a chave do maior segredo de tudo:
É que, quando abraçamos alguém, nós ficamos com dois corações no peito!...
intonce...
Um abraçu prô cê!!!
"Não fique triste se alguém lhe virar as costas...
Isso significa, apenas, que essa pessoa não pode agüentar a firmeza de seu olhar.
O destino decide quem entra em nossas vidas...
As atitudes decidem quem permanece."

Sinta meu abraço com carinho,

A BORBOLETA AZUL




A Borboleta Azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As
meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras
não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas
passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o
sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia
responder. Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul que usaria pra
pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele
disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta
que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar
ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que
conquistamos (ou não). Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.


Pense bem antes de fazer escolhas...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ARTE NA RUA - LA MONA LISA DE CAFÉ CON LECHE....









El artista y el público asistente, observan de pie, el cuadro gigante de la Mona Lisa, realizado en Sidney, Australia.

En el mismo, se emplearon 3.604 vasos de café a los que fueron añadiendo diferentes cantidades de leche para crear los distintos matices....

PROCURA-SE UM AMANTE........




PROCURA-SE UM AMANTE.





Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um.

Há também as que não têm as que tinham e perderam.

Geralmente são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de depressão.

São várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas.

Elas já esperam o diagnóstico de depressão e a inevitável receita do anti-depressivo do momento...



Mas, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que na verdade precisam é de um ...... AMANTE !



“Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!”

- pensam chocadas, escandalizadas.



Mas eu explico:

AMANTE é aquilo que nos apaixona ”



É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.



O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.



É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.



Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.



Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer do passatempo predileto...



Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir levando".



E o que é "ir levando"?



Ir levando é ter medo de viver.

É afastar-se do que é gratificante.

É observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra

É se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.



Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.



Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante, seja também um amante e um protagonista ...



da SUA VIDA...



A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:



"PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA."

Desconheço autoria....se vc souber por favor, queira me avisar para dar os devidos créditos.. Mara cruz

FAÇA SUA PARTE!!!!!!!!




Faça a sua parte, ainda que pequena.

Singelas contribuições são poderosos instrumentos do Bem!

Manifestações simples de amor,

Exercícios contínuos de bondade,

Pequenos gestos de caridade,

Expressões modestas de doação,

Sincera…

Por que esperar?

O melhor se constrói aos poucos

O genuíno se mostra com a experiência.

O ideal serve de inspiração!

O pouco partilhado se faz banquete

Diante do nada… do outro…tão próximo…

O serviço nos aguarda a disposição

Ainda que tímida…

Os Anjos nos esperam tão somente o possível

Mesmo que limitado…

A fraternidade aponta o caminho da Paz,

O coração aguarda paciente melhores escolhas,

E a consciência, desperta, estimula

O primeiro passo, medroso e vacilante,

Em direção à Fé-licidade!


por Aline Rangel.

A RELVA





A relva

Na paisagem ela forma um tapete extenso e verdejante. Sobre ela passam os animais, que a pisoteiam.

Alguns, famintos, nela encontram alimento e, por isso, a arrancam nos dentes afiados.

Ela continua serviçal, na função que a natureza lhe ofereceu.

E trabalha, na intimidade da terra, esforçando-se para recompor as falhas provocadas, tornando a aparecer, exuberante sobre a terra.

Quando atapeta praças esportivas, é comprimida por grande número de pés, mas prossegue em seu mister.

Chutes mais fortes lhe arrancam pedaços, por vezes. Ela continua, operosa, a sua tarefa.

Agredida pela canícula inclemente, ela se aquieta no sofrimento.

Ressecada, prossegue na sua contribuição de cobrir grandes porções de terra, transformadas em campos ou praças.

Pensam que ela morreu. Todavia, logo venham as bênçãos de chuva, ela torna a reverdecer.

Esquece, rapidamente, os sofrimentos e a secura, para sofrer tudo outra vez.

Vez ou outra, padece a dilaceração da enxada, transferindo-a a outros lugares, replantando-a ou desprezando-a sobre o monturo.

De outras, passa pela poda da tesoura, a fim de mais embelezar-se.

É a imagem da humildade ativa.

Notando esse quadro tantas vezes desconsiderado do relvado a se oferecer, apesar de tudo, miremo-nos nele à busca de lições.

Da mesma forma que a relva, não nos deixemos desfalecer ante o pisoteio das experiências difíceis. Ou o mordiscado das decepções no caminho por onde sigamos.

Quando a secura das afeições, em forma de indiferença ou abandono, nos alcançar, permaneçamos firmes.

E renovemo-nos ante as bênçãos de outros corações que nos amam e oferecem apoio e consolo.

Ao contato insano dos que nos agridem nos mais caros sentimentos, despedaçando-nos o coração, prossigamos.

Como a relva, busquemos na intimidade as energias necessárias para reverdecer, realizando as tarefas que nos competem, sem esmorecer.

Trabalhemos em nós a humildade e a paciência, sem deixar de servir.

Os que hoje agridem, passarão. Suas palavras, seus ataques, suas calúnias... Tudo passará.

Depois dos dias de frio, vento e tempestade, sempre retornam as manhãs cantantes de sol e as tardes quentes, ao sabor do vento passante.

Iniciemos esforços para sofrer, sem nos desgovernarmos, nem abandonar os deveres que nos competem.

Não deixemos de servir porque a poda indevida nos alcançou, seja ela em forma de dores morais ou físicas.

Sempre estejamos dispostos a começar tudo novamente.

E, se enfim, nos sentirmos crestados por causa de tantas esfogueantes agonias, contemos com a chuva formidável da assistência do nosso Jesus.

Confiantes e dispostos, envolvidos nas benesses da sua atenção, preparemo-nos para despontar em novo amanhã de frescor e alegria, exatamente como a relva.

Pensemos nisso! E não nos permitamos parar de crescer e servir, porque alguém desavisado pisoteou nossas esperanças e nossos sonhos.

Renovemo-nos sempre pela vontade de servir e passar adiante para que os que venham depois somente encontrem traços de luz por onde passamos.





Texto da Redação do Momento Espírita com base no cap. 8, do livro Rosângela, do Espírito homônimo, psicografia de J. Raul Teixeira, ed. Fráter

O ROMANTISMO NÃO MORREU




O romantismo não morreu

Nos tempos que correm, uma onda de pessimismo parece ter tomado conta das pessoas.

Ouvimos idosos, olhando para o passado, e lamentosos, dizerem: Ah, no meu tempo era tão diferente.

Abanam as cabeças, de forma negativa, olhando para os jovens que falam em ficar, em pegar e que parece terem esquecido todas as regras do recato e do bom tom.

Saudosos, esses que amadureceram na vida, lembram do tempo do seu namoro, onde pegar na mão do namorado já queria dizer um compromisso sério.

Beijo antes do casamento, somente na mão, na testa ou na face. Onde, enfim, tudo era reservado para a noite de núpcias. Especial, única, inapagável.

Onde se aguardava o dia do casamento como o do dia D: inigualável.

Ouvindo tudo isso, se nos deixarmos envolver, acabaremos, igualmente por nos contaminar. E tudo passaremos a ver dessa forma.

Como se o romantismo tivesse morrido, o amor tivesse sido substituído por expressões ligeiras de um afeto fantasioso, que hoje é e amanhã é jogado fora.

Contudo, não são todos os jovens que deixaram de sonhar com as coisas belas. E o amor continua na moda. O romantismo subsiste nas almas que amam o belo, o bom.

Verificamos isso, em muitas atitudes detectadas na juventude. Quantas meninas sonham com o baile de debutantes, o serem enlaçadas por um jovem belo e adentrarem o salão, ao som de uma emocionante valsa?

Observamos, em concertos que têm proliferado pelo mundo, acontecendo em grandes estádios, para milhares de pessoas. Ali estão as mais variadas idades presentes: crianças, jovens, adultos, idosos.

E cada qual se emociona à sua maneira com a orquestra, a música, a dança, as cores e as luzes.

Uns choram lembrando os amores já vividos, as experiências passadas.

Outros se emocionam, sonhando com o futuro que almejam para si, ao som dos acordes que se sucedem e do espetáculo que é mostrado no palco.

Quando veem jovens lindas, em vestidos maravilhosos, com seus pares em elegantes fraques se movimentarem aos sons melodiosos de uma valsa, as lágrimas lhes vêm aos olhos.

Elas suspiram... E sonham. Sonham em ter um amor, que seja eterno. Em ter um par para toda a vida. Um par que as beije com delicadeza, que tenha gestos de polidez.

Par que saiba elevá-las no ar, com braços fortes, quando as dores lhes estiverem vergastando os dias, exatamente como os dançarinos fazem com suas acompanhantes, no palco.

Sim, o amor não morreu. As jovens continuam a sonhar com cavalheiros e eles, com verdadeiras damas.

Não nos deixemos contaminar, pois, pela onda de pessimismo que se apresenta em muitos seres.

Saibamos descobrir esses corações mal saídos da infância, sonhando com um futuro de alegria, de amor e de beleza. Para si, para seu par, para sua família, para o mundo.

Ao lado dessas criaturas que parecem para nada ligar, senão para o momento presente, milhares de almas almejam um futuro melhor para esse planeta, começando por idealizar e lutar por sua própria e verdadeira felicidade.

Pensemos nisso e invistamos nesses jovens, que podem ser nossos filhos, nossos netos, nossos sobrinhos, nossos irmãos, nossos amores, bem próximos de nós.

Descubramo-los e os auxiliemos em sua construção do mundo de amor, desde agora. Por eles, por nós, pelos que virão empós.





Redação do Momento Espírita

sábado, 8 de maio de 2010

SONHOS DE MÃE




SONHOS DE MÃE
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1221&let=S&stat=0

Safiya Hussaini, 37 anos, mulher, negra, pobre, nigeriana.

Aquela é uma mulher sofrida. Mãe de 9 filhos, dos quais perdeu 5 para a malária, vive na casa do velho pai, na mais completa miséria.

Analfabeta e ignorando as leis que deveria obedecer, fôra condenada à morte por apedrejamento, no ano de 2001.

Qual foi o seu crime? A gravidez fora do casamento.

Safiya deu à luz uma menina chamada Adama.

A condenação era fato, e a pena estava prescrita: Safiya seria enterrada até à altura das axilas, e depois seria apedrejada até à morte.

No entanto, a lei estabelece que para a execução é preciso esperar que a criança seja desmamada.

Enquanto a mãe amamentava a criança, houve tempo para que pessoas de todo o mundo se mobilizassem para impedir a execução cruel.

Algum tempo depois, uma defesa bem elaborada por vários advogados, conseguiu que o supremo tribunal da Nigéria absolvesse aquela mulher-mãe.

Quatro anos depois, ao ser entrevistada por uma rede de televisão brasileira, Safiya falava, com certo pesar:

“Perder os filhos foi a coisa mais triste da minha vida, muito mais doloroso do que a ameaça de morte por apedrejamento.”

A nigeriana conta que o medo era seu companheiro inseparável, e que pensava principalmente na filha pequena, que ficaria sozinha se ela morresse apedrejada.

Como a sua história foi notícia no mundo inteiro, comoveu pessoas de bom coração que enviaram recursos para que Safiya pudesse construir uma casa para viver com os filhos.

A construção singela ficou pela metade porque os recursos acabaram, mas o sonho daquela mãe ainda está vivo.

O sonho é simples e não custa muito: ter uma casinha para viver tranqüilamente com seus filhos.

Adama, já com quatro anos, aconchegada ao colo da mãe diante das câmeras, nem suspeitava que havia sido a causa de tudo.

Safiya, uma mãe como tantas outras. O amor pelos filhos acima do próprio sofrimento e da ameaça de morte.

Ser mãe é uma condição que traz algo em comum em qualquer lugar do mundo, não importando a nacionalidade, a cor, a posição social. E esse algo mais é o amor pelos filhos.

Um coração de mãe é esse santuário seguro onde os filhos encontram refúgio, incondicionalmente.

Nem a penúria, nem a desgraça, nem o pavor da morte, podem extrair de um coração de mãe esse sentimento chamado amor.

Um coração de mãe é a mais sublime harpa viva, de onde se pode ouvir as mais belas canções de ninar...

Os mais belos poemas de ternura...

A mais encantadora melodia de amor e dedicação.

Um abraço de mãe é o mais tranqüilo aconchego que se pode almejar...

É o laço de afeto que afugenta o medo, desfaz a tristeza, traz segurança e atrai a esperança...

A abnegação de mãe é a força capaz de modificar o mundo, de reconstruir jardins devastados pela invernia, restaurar corações quebrados e fazer brilhar a luz onde a noite ameaça...

* * *

Na figura de Safiya, a mãe pobre da Nigéria, maltratada pelos açoites da dor, pelo preconceito, pela penúria extrema, desejamos fazer uma singela homenagem a todas as mães do mundo...

Mães de filhos ausentes...

De filhos delinqüentes...

Filhos encarcerados...

Mães de filhos ingratos...

De filhos desaparecidos...

Filhos meninos e filhos crescidos...

A todas as mães de filhos presentes...

De filhos inteligentes...

Filhos amorosos...

Mães de filhos dos filhos...

Mães de filhos honrados...

De filhos agradecidos...

Filhos desesperados...

Enfim, nossa homenagem sincera a todas as mães da face da terra, mães de todas as raças, de todas as cores, de todas as crenças, de todas as idades... Mães apenas.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em reportagem feita pela Rede Globo de Televisão, apresentada no programa Fantástico, no dia 24/05/2005.

www.momento.com.br

"ORAÇÃO DE CURA PARA AS MÃES"











Oração de cura para as mães



Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém.

Obrigada meu Deus pelo dom de ser mãe, colaborar contigo na criação.

Gerar a vida é dom sublime que não se explica muito, se vive.

E neste dia ofereço a minha oração aos céus porque assumo com todas as forças e por mais desafiante que seja

a tão importante missão divina: ser mãe.

Obrigada Senhor pelo dom de ser mulher, por depositar em mim toda a capacidade natural de formar, gerar,

criar, educar, amar.

Obrigada meu Deus por me acolher como filha e me compreender nos processos que vivo que muitas vezes

nem eu mesma me entendo.

Obrigada por ser paciente quando eu erro, quando sou difícil, quando reclamo e até mesmo desanimo.

Sim, antes de ser mãe, antes de colaborar contigo no plano da criação, sou tua filha e às vezes me esqueço

que preciso de cuidados.

Tu me amas Senhor e eu sei, reconheço que tu me amas e ninguém nesta vida tem mais amor por mim

que o Senhor.

Envolva-me com este amor neste dia e cura-me, renova as minhas forças para que eu possa recomeçar.

Cura as feridas deixadas pela maternidade, desde o momento que descobri que estava grávida.

Leva-me a compreender que era mais vontade tua do que minha a vida desta criança e por isso a responsabilidade

por viver bem aquele tempo.

Todas as dificuldades da gestação sejam agora mergulhadas na tua misericórdia.

As reações físicas, próprias da gravidez, a mudança do corpo e as rejeições que neste tempo surgiram.

As dificuldades de relacionamento com o pai da criança e outras pessoas, que muitas vezes não entenderam a minha

real necessidade.

Cure Senhor as marcas do medo e da ansiedade de cada exame que fiz.

Cura-me Senhor dos traumas das possíveis doenças que afligiram a mim e ao meu bebê no tempo da gravidez,

cura-me dos medos que tinha de saber que ele não era perfeito ou de perdê-lo, podes voltar no passado

por que és o Senhor do tempo e curar estas feridas.

(Não tenha medo se estão vindo lembranças dolorosas, destas lembranças Jesus é o Senhor e a cura é certa para

todas elas.)

Te apresento Senhor aquele abençoado dia, o dia do nascimento, os sentimentos confusos que vieram, a euforia

ou o medo de não saber lidar com a situação, a ansiedade, cura Senhor.

Equilibra o psicológico se houve exageros, e diante da depressão pós parto e todo o sentimento de culpa

que eu trago até hoje eu lhe peço Senhor uma libertação completa.

Cura-me no período da amamentação, o sentimento de frustração de não conseguir amamentar,

das dores no peito, as feridas, dá-me a graça de perdoar as pessoas que me julgaram neste tempo, me pressionaram,

me rejeitaram, me perseguiram, eu perdôo Senhor cada uma e faço isso somente pela tua graça.

Te louvo pelo crescimento do meu filho (a), posso contemplar em cada fase o milagre da vida, a inteligência,

as emoções, as primeiras palavras, a capacidade de se comunicar, quanta beleza Senhor, muito obrigada.

São muitos os motivos que tenho para louvar-Te…

(Louve o Senhor por tudo de bom que você viveu com o seu filho na infância, lembre-se de fatos marcantes que

te encheram de alegria).

Peço que o Senhor mergulhe na tua misericórdia os momentos que me desesperei quando vi meu filho (a) doente,

quando ele (a) caiu, quando fizeram alguma maldade a ele (a), eu me senti impotente Senhor, me senti incapaz, culpada.

Me ajude, pois isso me marcou e a partir desse dia não consegui me levantar novamente.

Com tua mão, põe-me de pé Senhor, eu preciso.

Peço perdão meu Deus pela minha ausência na vida do meu filho (a), pelas vezes que ele (a) precisou de mim

e eu não estava presente, pelas vezes que ele (a) queria minha atenção, que ele (a) queria brincar, conversar,

sair comigo e eu não estava lá ou fui indiferente, Tu sabes Senhor os motivos porque agi assim, sabes que muitas

vezes estava trabalhando para dar o melhor para ele (a), porém hoje eu sei que tudo isso é passageiro e o mais

importante é a qualidade de presença, o mais importante é ser presença e era isso que ele (a) precisava.

Aproveito então para rezar por… (diga o nome de seu filho (a) e pedir que o Senhor visite-o onde quer

que ele esteja neste momento e encha com a tua presença, com o Teu amor, com o Teu Espírito,

para que todo o vazio que gerou carência dentro dele (a) sejam agora preenchidos por Ti.

Não importa a idade que ele tenha, é o meu filho (a), e todo o amor que ele precisava e eu não dei que ele (a)

possa sentir agora.

Como o vento que leva as mais pequeninas sementes leve esta semente Senhor ao coração do meu filho (a),

leve o meu amor a ele (a) e dá-me a graça de neste dia manifestar a minha alegria de ser mãe a ele (a),

pois mais do que eu ele (a) precisa deste gesto.

“Não basta que nossos filhos saibam do amor que temos por eles, eles precisam sentir esse amor”. (Dom Bosco)

Por fim lhe peço Senhor:

batiza-me, lava-me e encha-me do Teu Espírito, dá-me a graça de recomeçar e louvar, louvar, louvar por que me

escolheste para ser mãe!

Amém. Aleluia!

Fonte: Eliana Ribeiro – Comunidade Canção Nova

MAIO..MÊS DAS MÃES, MARIA , NOIVAS....






AMOR DE MÃE



Maio, mês das mães, de Maria, mês das noivas, tempo abençoado por uma suavidade amorosa que sempre me toca profundamente, cada ano de forma especial, diferente.

Enquanto vivemos tempos tão difíceis, de muita violência, de catástrofes, de aumento no consumo das drogas entre os adolescentes, eu me lembro dessas mulheres que são mães e que tanto sofrem, diante de filhos problemáticos, agressivos, viciados, mortos, agredidos, desacreditados, trancafiados em prisões fétidas e desumanas... E peço ao Deus de Amor que as abençoe e que cure as feridas de seus corações, da forma que só Ele pode e sabe como.

Mães que desculpam as atitudes de seus filhos, apesar de reconhecê-los culpados de muitos erros. Mães que choram sem parar pedindo-lhes uma mudança de comportamento, muitas vezes sendo vítimas de espancamentos e agressões por parte de seres que elas ajudaram a trazer a este planeta.

Só um coração de mãe pode amar este filho desviado do Bem e tão desequilibrado. Mas ela é capaz de amá-lo, apesar de tudo. Ela acredita que um dia ele pode vir a se modificar e pede a Deus por aquele que todos tratam como se fosse um verdadeiro monstro.

Este amor incondicional é o bálsamo para as feridas profundas que existem em todos nós. Muitas que apareceram nesta nossa vida atual, outras que trouxemos conosco, ao nascermos mais uma vez no planeta. Só esta energia amorosa divina tem o dom de transformar o joio em trigo...

Homenageando as mães, neste mês de maio a elas consagrado, penso não apenas naquelas que sorriem vitoriosas, por terem tido a glória de ter filhos perfeitos fisicamente, que mesmo lutando, estão vivendo de forma equilibrada.

Lembro-me dessas heroínas na desventura e na dor, que acompanham a tortura sofrida por seus filhos vivendo em penitenciárias, das que vivem a suplicar um pouco de paz, convivendo com filhos viciados, nas que receberam filhos doentes desde o berço e a quem cumulam de carinho e atenção, buscando a todo custo que venham a conquistar uma vida mais digna no futuro, apesar de suas limitações.

Enfim, quando soubermos de mais um crime hediondo, praticado por qualquer ser humano, aqui ou em outro país, lembremos de fazer uma prece por sua mãe, que na sua dor sabe que muito pouco pode fazer para impedir o sofrimento de seu filho, que está sendo punido justamente por erros cometidos.

Quando me refiro às mães, não estou me esquecendo dos pais que também amam incondicionalmente. Penso que, por mais errado que alguém o seja, sempre é amado por alguém, que sofre por ele, que ora por ele, que torce por seu reajuste e transformação. É por todos esses seres amorosos que peço a Deus que dê força e esperança em dias melhores, pois esta dor de que falo é muito profunda e inesquecível!

Feliz mês das Mães para todos os que amam e por isto são capazes de perdoar, de se compadecer, mesmo diante das piores circunstâncias!

Amor de Mãe
por Maria Cristina

quarta-feira, 28 de abril de 2010

TIRADENTES.......



21 de ABRIL - TIRADENTES






Portanto condenam o réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha o Tiradentes, alferes que foi do Regimento pago da Capitania de Minas, a que, com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da forca, e nela morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, onde no lugar mais público dela, será pregada em um poste alto, até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregados em postes, pelo caminho de Minas, no sítio da Varginha e das Cebolas, onde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios das maiores povoações, até que o tempo também os consuma, declaram o réu infame, e seus filhos e netos tendo-os, e os seus bens aplicam para o Fisco e Câmara Real, e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada, para que nunca mais no chão se edifique, e não sendo própria será avaliada e paga a seu dono pelos bens confiscados, e mesmo chão se levantará um padrão pelo qual se conserve em memória a infâmia deste abominável réu; [...]

— Sentença proferida contra os réus do levante e conjuração de Minas Gerais

Texto tirado do site WIKIPÉDIA

19 DE ABRIL - DIA DO INDIO

18 DE ABRIL - DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL




O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.

“Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que o mesmo dava à leitura e sua forte influência no mundo literário.

Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil, brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.

Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso.

Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.

Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio?

Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos.

Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.

Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 15 de abril de 2010

DIA DE FAXINA





Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados. ..

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas. .. E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.

Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!

Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!

Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.

Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos.. . como foi bom relembrar tudo aquilo!

Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.

Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...

Autor desconhecido

SOLTANDO NOSSAS VACAS




Muita alegria e felicidade vêm de sair ou deixar algo para trás. Suponha que você está sofrendo com o barulho, poluição e estresse da cidade. É sexta-feira de tarde e você quer sair. Você entra no seu carro e dirige. Uma vez que está no campo com bonitas árvores, céu azul e o canto dos pássaros, você sente alegria. A alegria que você experimenta de estar no campo nasceu de ter abandonado a cidade, de ter deixado algo para trás.
Há muitas coisas que não somos capazes de deixar para trás que nos prendem. Pratique olhar em profundidade para essas coisas. No começo, pode achar que elas são vitais para nossa felicidade, mas elas podem, na verdade, serem obstáculos para sua verdadeira felicidade, causando seu sofrimento. Se você não está feliz por que está preso nelas, deixá-las para trás será fonte de alegria para você. O Buda e muitos de seus discípulos experimentaram isso, e passaram sua sabedoria para nós. Por favor, olhe para as coisas que você acha necessárias para o seu bem estar e felicidade e descubra se elas te trazem felicidade ou estão quase te matando.
Um dia o Buda estava sentado com um grupo de monges na floresta perto de Sravasti. Eles haviam acabado de almoçar e estavam em uma pequena palestra de Dharma. De repente um fazendeiro se aproximou. Estava visivelmente chateado e gritou: -"Monges! Vocês viram minhas vacas?"
O Buda disse: -"Não vimos nenhuma vaca."
-"Sabem monges", o homem disse - "Eu sou a pessoa mais miserável na Terra. Por alguma razão minhas 12 vacas fugiram esta manhã. Eu tenho apenas dois acres de plantação de gergelim e este ano os insetos comeram todas as plantas. Penso que vou me suicidar." O fazendeiro estava realmente sofrendo.
Cheio de compaixão o Buda disse: -"Não senhor, não vimos suas vacas. Talvez você deva procurá-las em outro lugar."
Quando o fazendeiro se foi, o Buda virou para seus monges, olhou para eles profundamente, sorriu e disse: -"Queridos amigos, vocês sabem que são as pessoas mais felizes do mundo. Vocês não têm vacas para perder." [risos]
Portanto amigos, se vocês têm vacas, olhem profundamente para a natureza delas para ver se elas estão trazendo felicidade ou sofrimento.
Vocês deveriam aprender a arte de soltar suas vacas. A chave é deixar ir e libertar a si mesmo. Um monge ou monja deveria apenas ter três robes e uma tigela, porque liberdade é a posse mais valorosa.
Liberdade é a base de nossa felicidade. Não podemos ser felizes se estamos presos. Solidez e liberdade é a base autêntica de nossa felicidade. É por isso que praticamos para restabelecer nossa liberdade e criar espaço ao nosso redor. Também, quando você ama e é amado, se não há liberdade, seu amor pode ser sufocante. Você não pode ser livre com este tipo de amor que tira sua liberdade e não permite que você seja você mesmo.
Este tipo de amor não é autêntico, é uma vaca...
Você deve achar coragem de deixar suas vacas irem...

- Thich Nhat Hanh (Retiro nos EUA em 27 de maio de 1998. Do livro "The Path of Emancipation" )

segunda-feira, 29 de março de 2010

TRANSA GRAMATICAL

Transa Gramatical ( Se n s a c i o n a l )

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Redação:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice..
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.

Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.
O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

segunda-feira, 8 de março de 2010

MULHER ESPECIAL>>>>NOSSO EXEMPLO


MULHER ESPECIAL
Redação do Momento Espírita
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1361&let=M&stat=0




Há mulheres que são especiais.

Em dadas circunstâncias, parecem princesas ou mesmo rainhas, pois encantam, fascinam e mostram ter poderes de tal modo expressivos, diante dos quais dobramos a cerviz.

Há ocasiões em que são como administradoras ou economistas, quando se põem a organizar a vida do lar, seus movimentos e despesas, tudo aquilo que se compra e o que se põe na mesa, para a fruição de todos.

Conseguem, muitas vezes, ajuntar alguma quantia que sobra para momentos mais difíceis.

Quantas vezes se mostram como agentes de disciplina?

Alteiam a voz, como quem dá voz de comando, ordenam, impactam com o tipo de inflexão que utilizam, e põem, dessa maneira, tudo e todos em seus devidos lugares, dentro de casa.

São quais colegas, quais colegiais, variadas vezes.

Envolvem-se com os pequenos, brincam, jogam com eles; riem-se deles e com eles, até o momento justo de estancar a brincadeira.

Mulheres há que se tornam médicas ou enfermeiras, diante das necessidades dos seus filhos.

Acolhem-nos, preparam-lhes poções e chás diversos, e, muitas vezes contrariando as instruções formais, dão-lhes xaropes e pastilhas.

Se enfermos, banham-nos, põem-nos em seus leitos, recobrem-nos, acalentam e vigiam, dias ou noites, dias e noites, até que retornem à saúde.

Mas, dentre essas mulheres incríveis, especiais de verdade, temos aquelas que reúnem todas essas habilidades:

São mestras, são agentes disciplinares; são administradoras e economistas, enfermeiras, psicólogas, são médicas.

São cozinheiras, lavadeiras, artesãs e fiandeiras. Conseguem ser governantas, serviçais e chegam a ser santas.

Essas almas geniais de mulher são alimentadas pelo estranho ideal de sempre entender, de atender e de sempre servir.

São companheiras próximas dos anjos, são servidoras de Deus e mensageiras da vida. São nossas fãs, amigas extremadas para quem nunca há nada impossível, quando se trata de atender-nos, de alegrar-nos, de ajudar-nos.

São mulheres sem igual. Perfumam como flores, são ardentes como a chama e brilham como estrelas.

Nada obstante todos os elogios que lhes possamos dirigir, o que é mais tocante, mais comovente, é saber que uma dessas mulheres, incumbidas por Deus para mudar o mundo, ajudando-o a ser melhor, a ser um campo bom de se viver, tem uma missão particular.

Há uma mulher para quem o Criador entregou a missão de cuidar-me, de fazer-me estudar para entender, de ensinar-me a orar e a crescer, a respeitar a todos e a servir para o bem.

Essa mulher é um encanto em minha vida, e não há ninguém que se lhe assemelhe.

Ao vê-la, meus olhos marejam e bate forte o meu coração. Ela é tal qual mistura de ouro e brilhante...

Ela é, por fim, a luz que torna meu caminho cintilante.

É aquela a quem chamo de minha mãe.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Ivan de Albuquerque, psicografada por Raul Teixeira, em 08/03/2006, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói-RJ.

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DIA 8 de MARÇO - DIA DA MULHER


MULHERES.......ESPECIAIS

Há mulheres que são especiais.

Em dadas circunstâncias, parecem princesas ou mesmo rainhas, pois encantam, fascinam e mostram ter poderes de tal modo expressivos, diante dos quais dobramos a cerviz.

Há ocasiões em que são como administradoras ou economistas, quando se põem a organizar a vida do lar, seus movimentos e despesas, tudo aquilo que se compra e o que se põe na mesa, para a fruição de todos.

Conseguem, muitas vezes, ajuntar alguma quantia que sobra para momentos mais difíceis.

Quantas vezes se mostram como agentes de disciplina?

Alteiam a voz, como quem dá voz de comando, ordenam, impactam com o tipo de inflexão que utilizam, e põem, dessa maneira, tudo e todos em seus devidos lugares, dentro de casa.

São quais colegas, quais colegiais, variadas vezes.

Envolvem-se com os pequenos, brincam, jogam com eles; riem-se deles e com eles, até o momento justo de estancar a brincadeira.

Mulheres há que se tornam médicas ou enfermeiras, diante das necessidades dos seus filhos.

Acolhem-nos, preparam-lhes poções e chás diversos, e, muitas vezes contrariando as instruções formais, dão-lhes xaropes e pastilhas.

Se enfermos, banham-nos, põem-nos em seus leitos, recobrem-nos, acalentam e vigiam, dias ou noites, dias e noites, até que retornem à saúde.

Mas, dentre essas mulheres incríveis, especiais de verdade, temos aquelas que reúnem todas essas habilidades:

São mestras, são agentes disciplinares; são administradoras e economistas, enfermeiras, psicólogas, são médicas.

São cozinheiras, lavadeiras, artesãs e fiandeiras. Conseguem ser governantas, serviçais e chegam a ser santas.

Essas almas geniais de mulher são alimentadas pelo estranho ideal de sempre entender, de atender e de sempre servir.

São companheiras próximas dos anjos, são servidoras de Deus e mensageiras da vida. São nossas fãs, amigas extremadas para quem nunca há nada impossível, quando se trata de atender-nos, de alegrar-nos, de ajudar-nos.

São mulheres sem igual. Perfumam como flores, são ardentes como a chama e brilham como estrelas.

Nada obstante todos os elogios que lhes possamos dirigir, o que é mais tocante, mais comovente, é saber que uma dessas mulheres, incumbidas por Deus para mudar o mundo, ajudando-o a ser melhor, a ser um campo bom de se viver, tem uma missão particular.

Há uma mulher para quem o Criador entregou a missão de cuidar-me, de fazer-me estudar para entender, de ensinar-me a orar e a crescer, a respeitar a todos e a servir para o bem.

Essa mulher é um encanto em minha vida, e não há ninguém que se lhe assemelhe.

Ao vê-la, meus olhos marejam e bate forte o meu coração. Ela é tal qual mistura de ouro e brilhante...

Ela é, por fim, a luz que torna meu caminho cintilante.

É aquela a quem chamo de minha mãe.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Ivan de Albuquerque, psicografada por Raul Teixeira, em 08/03/2006, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói-RJ.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

CHICO XAVIER







Renascer... eis a vida, o progresso incessante,
o eterno evoluir, eis a lei do Criador!
Eis do mestre Jesus, como luz rutilante
o ensino imortal no evangelho do amor.
Renascer... eis lei imutável, constante,
pela qual nosso "eu" no cadinho da dor,
em sublime ascensão pela luz deslumbrante,
subirá para Deus, nosso Pai e Senhor..."

CHICO XAVIER

PARA REFLETIR......

As duas pulgas.

*Max Gehringer*

Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas
que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história
de duas pulgas.


Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí
nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de
reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do
cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu... A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito
tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito.
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen.
Resolvido, mas por poucos minutos.... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era
facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI.
Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar.
E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas. quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para
a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução.
E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:
"Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

MORAL:

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente.
Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.*

quinta-feira, 4 de março de 2010

ETERNIDADE




ETERNIDADE

Letícia Thompson

O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim.

Tudo o que tenho foi um dia emprestado pelo Criador para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.

Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão. Há muito o que dar e o que receber; há muito o que aprender, com experiências boas ou negativas.

É isso... tente ver as coisas negativas que te acontecem com como algo que aconteceu por uma razão precisa. E não se lamente pelo ocorrido; além de não servir de nada reclamar, isso vai vendar seus olhos para continuar o caminho.

Quando você não consegue tirar da cabeça que alguém te feriu, está somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início.

Nem sempre as pessoas te ferem voluntariamente. Muitas vezes é você quem se sente ferido e a pessoa nem mesmo percebeu; e você se sente decepcionado porque aquela pessoa não correspondeu às suas expectativas. Às suas expectativas! !! E sabe-se lá quais eram as expectativas do outro? Você se decepciona e decepciona também. Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que te atingem.

Quando alguém te disser que te magoou sem intenção, acredite nele! Vai te fazer bem. Assim talvez ele poderá entender quando você o magoar e, sinceramente, disser que "foi sem querer".

Dê de você mesmo o quanto puder! Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui.

Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo.

Seja uma bênção! Deus não vem em pessoa para abençoar, Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão.

Todos nós podemos ser Anjos!

A eternidade está nas mãos de todos nós. Viva de maneira que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de te encontrar.