segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

OPRAH WINFREY....... GENIAL




Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe...

Este texto é da Oprah Winfrey, apresentadora conceituadíssima dos Estados Unidos.

Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe;
Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre um que realmente te faz feliz.
Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia,”foda-se, mande-o pro inferno, esquece!”, vocês não podem “ser amigos”. Um amigo não destrataria outro amigo.
Não conserte.
Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que “ele vai melhorar”. Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo!
Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.
Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você… mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor. Não o torne um semi-deus. Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
Nunca deixe um homem definir quem você é.
Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate. Todos os homens NÃO são cachorros.
Você não deve ser a única a fazer tudo…compromisso é uma via de mão dupla.
Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada mais precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar. Uma relação consiste de dois indivíduos completos, procure alguém que irá te complementar… não suplementar.
Namorar é bacana. mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
Faça-o sentir falta de você algumas vezes… quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele, ele se acha…
Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (ou co-assine qualquer documento) de um homem.
Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros…

Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.
O medo de ficar sozinha faz com que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas.
Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.
Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.
Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.
Faça a escolha certa.
CUIDEM BEM DE SEUS CORAÇÕES…

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DESCONTRAINDO COM VERÍSSIMO.......rssss

Árvore Genealógica




- Mãe, vou casar!

- Jura, meu filho ?! Estou tão feliz ! Quem é a moça ?

- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.

- Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno
surto psicótico?

- Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?

- Nada, não.. Só minha visão que está um pouco turva. E meu
coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.

- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar
logo...

- Problema ? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma
nora... Ou isso.

- Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho. Ou um
genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro
quase fêmea...
- E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo ?

- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido..

- Tá ! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só
pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui ?

- Por quê ?

- Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.

- Você acha que o Papai não vai aceitar ?

- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai
sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você
achou sua cara-metade... E olha que espetáculo: as duas metade com bigode.

- Mãe, que besteira ... Hoje em dia ... Praticamente todos os
meus amigos são gays.

- Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder
apresentar pra tua irmã.

- A Bel já tá namorando.

- A Bel? Namorando ?! Ela não me falou nada... Quem é?

- Uma tal de Veruska.

- Como ?

- Veruska...

- Ah !, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.

- Mãe !!!...

- Tá..., tá..., tudo bem... Se vocês são felizes. Só fico triste
porque não vou ter um neto...

- Por que não ? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar
os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.

- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?

- Quando ele era hétero... A Veruska.

- Que Veruska ?

- Namorada da Bel...

- "Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado... E a atual
namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso?
Porque eu me perdi um pouco...

- É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar
um útero.

- De quem ?

- Da Bel.

- Mas . Logo da Bel ?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um
filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada
dela, que é a Veruska...

- Isso.

- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do
Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.

- Em termos...

- A criança vai ter duas mães : você e o Biscoito.E dois pais: a
Veruska e a Bel.

- Por aí...

- Por outro lado, a Bel...,além de mãe, é tia... Ou tio....
Porque é tua irmã.

- Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito
é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da
Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.

- Só trocar, né ? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da
Veruska.

- Exato!

- Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...

- Entendeu o quê?

- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!

- Que swing, mãe?!!....

- É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os
espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...

- Mas..

- Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior...
Com incesto no meio....

- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só
isso...

- Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos....

- Nós ajudamos.

- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não
entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser
o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...

- Que.. ?

- Fazer árvore genealógica daqui pra frente... vai ser f...


(Luiz Fernando Veríssimo )

A ESPERA - ALBERTO GRIMM



A Espera
(Alberto Grimm)

A sensação não era nada boa. Fazia muito frio, e ele, sem compreender bem o que estava acontecendo, caminhava por uma trilha de terra em meio à densa mata fechada, de onde, sequer podia enxergar a luz do sol, se é que naquele lugar existia tal coisa. Estava meio confuso, meio não, completamente. Sequer conseguia pensar de forma ordenada. Sua mente não conseguia se fixar em ponto algum, e suas lembranças mais pareciam um amontoado de coisas pelo avesso. Em resumo, dentro de sua cabeça, nada fazia sentido.

Tentou lembrar como chegara naquele lugar e nada, nadinha, nem adiantava tentar. Como seria possível alguém chegar a algum lugar sem ter lembrança de como lá chegara? Será que ele morrera, que aquela era a sensação de alguém morto? Olhou para seu corpo em busca de respostas, e percebeu que vestia um agasalho para frio, e assim deduziu que havia se preparado para estar ali. A questão era, onde?
Olhou para trás e via apenas uma longa trilha, estreita, sinuosa, aparentemente sem fim, uma visão semelhante a que tinha à sua frente. Dos lados, árvores, de todas as cores e alturas, e um silêncio que o fizera concluir, ou que podia estar com problemas de audição, ou que ali não existiam sons. A coisa aparentemente era bastante séria, pois sequer conseguia lembrar do próprio nome; do lugar onde morava, nem pensar. Era como se estivesse vazio, oco, sem mente.

Então começou a escutar um barulho de vozes, como se um grupo de pessoas se aproximasse de onde ele se encontrava. Assustou-se e logo pensou em correr, mas estava com um problema, pois não conseguia distinguir de que lado vinha aquele murmúrio, de modo que, ir em qualquer das duas direções, indo ou voltando, era arriscado. Num ímpeto de coragem, decidiu correr para frente, sem olhar para trás, e para aumentar sua aflição, as vozes se aproximavam cada vez mais dele. E em meio às vozes atrás de si, ele escutou pronunciarem um nome, que até poderia ser o seu, se soubesse qual era. E alguém lhe diz: “Fulano, não adianta se apressar, aqui tem o que você procura!”.

Por isso mesmo, quase morre de susto, quando alguém tocou nas suas costas, dizendo: “Está na hora...”. O grito que saiu de sua garganta, resultado do imenso pavor que sentiu, era de fato estranho. Não foi um grito que saiu de imediato, mas uma espécie de grito gradual, isto é, que ia aumentando de volume aos poucos, como se obedecesse ao girar do botão de volume de um rádio, cuja engrenagem estivesse falha.

Acordou tentando se segurar em alguma coisa, como se estivesse caindo de uma cama, da qual de repente lhe tirassem o lastro. Segurou num pé, isso mesmo, num pé descalço, de alguém que dormia ao seu lado, juntamente com mais uma centena de outras pessoas, naquilo que parecia uma imensa fila de espera.

A principio ainda estava desorientado, sem saber onde estava, sem saber onde ficava o norte ou o sul. Parecia ter perdido o juízo, e sua mente, mais se assemelhava a um sistema operacional de computador contaminado com um vírus, que o tornava demasiado lento. Mas, quando a mesma voz que o acordou, tornou a falar, sua razão começou a voltar para casa. Dizia ela: “As portas já vão ser abertas...”.

Lembrou então que estava, juntamente com uma centena de outras pessoas, numa imensa fila de compradores compulsivos, à espera do grande lançamento, de um grande e revolucionário produto, uma novidade, que viciados em consumo, como ele, faziam questão de ter em primeira mão. Tratava-se de um novo aparelho eletrônico, um celular, cujo diferencial era não possuir botões, funcionava por comando de voz, e apenas seu dono poderia operá-lo. Nada que o tornasse superior aos modelos anteriores, não fosse o exclusivo recurso de mostrar aos seus usuários, em tempo real, em gráficos coloridos, diversos modelos deles disponíveis, a temperatura do centro da Terra.

Sem compreender muito bem porque precisava daquele aparelho, o fato é que ele estava naquela fila.
Também, subitamente, como se seu cérebro iniciasse um processo de auto-limpeza, onde coisas sem explicações não teriam mais espaço para ficar, não compreendia por que precisava saber da temperatura do núcleo da Terra 24 horas por dia, em tempo real; que utilidade aquilo teria para si.
Percebeu que, pela primeira vez em sua vida, estava pensando, questionando alguma coisa. Lembrou que isso talvez fosse um reflexo daquele sonho “diferente” que tivera.

E muitos outros pensamentos questionadores, estranhos para ele, uma vez que se acostumara desde pequeno a simplesmente seguir a onda da vez, invadiam sua mente, como se fossem os antigos moradores, há muito despejados, mas que agora, tomados de uma nova motivação, reivindicassem sua antiga morada. Não era uma sensação ruim, mas antes disso, estranhamente motivadora.
Lembrou das campanhas de consumo anteriores, nas quais fora envolvido, levado a consumir sem pensar, sem questionar se de fato eram necessidades, ou simples compulsão sem motivo.

Lembrou dos tantos aparelhos, todos ainda funcionando bem, que já possuía em casa, que eram substituídos quase como uma obrigação, a cada nova campanha, apesar de, agora percebia, não haver motivo coerente, lógico para isso.

Ficou assustado com aquele percebimento, e pela primeira vez sentiu que sempre fora um autômato movido pela vontade alheia. Sentiu um misto de revolta e um tanto de liberdade, pois sabia que, a partir daquele ponto, não mais conseguiria ser um “boneco movido pela corda alheia”. A sensação era que acordara de um longo e perturbador sono, em todos os sentidos.

Achou graça ao observar seus amigos, ali ao seu redor, naquela imensa fila de espera, onde passaram a madrugada, a troco de nada, discutindo tolices como os benefícios de se possuir um celular que, além de fazer aquilo que todos os demais já faziam, era capaz de mostrar em tempo real, a temperatura do núcleo da Terra.

Saindo dali, depois se reuniriam, como das outras vezes, cada um tentando configurar seu aparelho, com um padrão diferenciado, embora fossem todos iguais. Depois iriam para suas casas, e lá permaneceriam, diligentes, em estado de espera, até a próxima campanha, o próximo comando, a ordem de como deveriam agir. E depois, pensou, quem poderia garantir se aqueles números seriam de fato da temperatura do centro do planeta, afinal de contas, quem iria lá, com um termômetro, para conferir?

De fato, estava pensando, sentia uma liberdade estranha, não por ser esquisita a sensação, mas porque sentia uma segurança, uma confiança em si, que nunca experimentara antes.
E sem dizer nada, já que nenhum dos demais tinham ouvidos ou olhos para outra coisa, se afastou sem ser notado, sem explicar nada a ninguém. Estava, pela primeira vez em sua vida, consciente de uma ação sua.

A FÓRMULA DA NECESSIDADE




E um cientista, o maior matemático de todos os tempos, depois de muitos cálculos e pesquisas, chegou à conclusão, e agora era capaz de provar através de fórmulas matemáticas, que o ser humano precisaria de certos “itens”, e estes poderiam ser objetos, idéias ou coisas abstratas, que seriam imprescindíveis ao seu viver. Era uma questão de necessidade, e agora era oficial, cientifico, e a fórmula provava isso. Isso significava dizer que, se a fórmula provasse, o indivíduo não mais poderia viver sem aquela referida coisa.

Assim, por ser capaz de provar suas conclusões, ele desenvolveu um método, uma técnica infalível para avaliar se alguma coisa existente, objeto, palavra, crença ou qualquer outra, era ou não necessária, vital, ao ser humano. Era algo como ser capaz de traçar o perfil de potencial de venda de qualquer produto existente, recém lançado, ou por lançar, no mercado de consumo. Com a aplicação do tal método e comprovação através de sua fórmula, ele poderia afirmar se aquele produto, seria ou não de uso obrigatório pela sociedade, o que induziria o ser humano a comprá-lo, no caso de um produto, e a segui-la, no caso de uma idéia, mesmo sem saber o motivo pelo qual o estaria fazendo.
“Não adianta”, disse ele, “A fórmula e todo roteiro para a aplicação da técnica, está em minha cabeça, e apenas lá. Nem uma linhazinha do processo foi documentada em papel, ou qualquer outro meio onde se possa escrever. Não tornarei de uso público, é perigoso, será para sempre um segredo só meu. Mas, para alguns, poderei calcular se seus produtos são, ou se tornarão ou não de uso obrigatório, e ainda poderei dizer o que falta no produto, para que ele se enquadre como de “necessidade vital”. E tudo, é claro, pago, muito bem pago, afinal de contas, a fórmula já atestou que o uso dela mesma é uma necessidade vital”.

Foi um alvoroço, um rebuliço sem precedentes no mundo acadêmico e da pesquisa científica, e logo foram organizados seminários e conferências para explicar a coisa ao resto do mundo. Era sem dúvida uma novidade, pois a partir de agora, através de fórmulas científicas, estava comprovado que o ser humano, de qualquer parte do planeta, não importasse crença, raça, nacionalidade, nível social, não poderia sobreviver sem algumas “coisas” que aquele método era capaz de identificar com clareza. Ora, isso sempre fora o sonho de qualquer campanha de publicidade, dos governos, de todos os tipos de interesses, por isso se tornou uma questão de segurança mundial.

E todos queriam saber se seus produtos “passavam”, eram aprovados, pela fórmula. Sendo aprovado pela fórmula, um objeto, uma ideia, ou qualquer outra coisa, era a certeza atestada de sucesso, afinal de contas, cientificamente, ela provava que o ser humano “não poderia viver sem aquele item aprovado”.

E antes de entrar no mercado como uma “espécie de selo de qualidade”, o selo mais desejado do mundo, que apenas alguns felizardos poderiam estampar em suas marcas, criou-se um órgão regulamentador oficial para fiscalizar. Ideias ou produtos não autenticados pela fórmula, mas que usassem o selo sem autorização, seriam sumariamente retirados de circulação e seus responsáveis punidos com o exílio perpétuo nas montanhas negras do Himalaia. Isso porque, depois de autenticado pela fórmula, as pessoas, não mais poderiam viver sem aquela coisa, e criar “falsas dependências”, se constituía um crime sem direito à fiança. Mas ficou combinado que alguns vícios seriam liberados.

E o primeiro produto aprovado pela fórmula, como de necessidade indispensável à existência humana, foi um pequeno aparelho eletrônico, na verdade uma versão móvel de telefone. E logo todos se perguntavam: “Nossa! Como foi que conseguimos viver até hoje sem isso, como era possível?”. Depois vieram os livros, alguns títulos, que, segundo a fórmula, todos precisavam ler, na verdade, não mais poderiam viver se não os lessem. E como as crianças pequenas ainda não eram capazes de ler e entender o que estavam lendo, seus pais e educadores se encarregariam de lhes passar o conceito por trás das páginas. Depois vieram as ideias e modo de pensar que todos deveriam adotar como norma de vida, e assim por diante.

E uma criança implica com sua mãe: “Mãe, eu não aceito que o Universo foi criado por uma explosão chamada Ping Pong, nem que o mesmo é quadrado e redondo nas pontas!”. E sua mãe tentando convencê-lo: “Mas filho, está comprovado pela fórmula, precisamos pensar assim, você precisa aceitar essa verdade, essa informação é indispensável à nossa vida!”. “Para mim não é; não preciso disso para nada. Não há quem me faça mudar de ideia!”. E sua mãe resolve a questão: “Está bem, você aceita a ideia e eu compro aquela bicicleta azul que você pediu!”. Feliz da vida ele concorda: “Aquela aprovada pela fórmula, que tem o selim com som MP3 polifônico?”.

Em outro lugar do mundo, cultura diferente, outra criança pergunta à sua mãe: “Mãe, porque nós precisamos de aparelhos celulares com máquina de Raios-X, e com ferro de passar roupa embutidos, e máquina de lavar roupa com acesso à internet e GPS, e computadores com telas de 60 polegadas, se a maior parte dessas coisas quando não atrapalham não serve para nada?”. E sua mãe disse: “Ora filho, aparentemente não serve, mas é uma necessidade sem a qual não conseguiríamos viver, está provado pela fórmula que deve ser assim...”, e ninguém mais tocaria naquele assunto.

E desde aqueles tempos, qualquer coisa que fosse atestada pela fórmula como de necessidade vital à humanidade, seria consagrado como uma lei, um quesito que se tornaria parte integrante daquele homem. Palavras, frases e ideias que as pessoas deveriam repetir como parte de suas personalidades, tudo isso passaria pela aprovação da fórmula. E então aconteceu aquilo que ninguém esperava. A fórmula atestou, provou que os homens, na verdade, não eram homens, apenas ainda não haviam se cientificado do fato, mas agora que a fórmula atestara, todos deveriam cumprir seus destinos. Não se tratava de uma escolha, a fórmula atestara que os homens eram na verdade, Ratos urbanos, da espécie Gabirus Erectus.

Assim, desde então, nos tornamos Ratos urbanos, vivendo em imensas cidades degradadas, com uma diferença, agora conscientes disso. E finalmente, antigos adágios tomaram seu devido lugar. Dizemos agora “Degrade sua cidade e viva feliz”, ao invés do antigo: “Cuide e conserve da sua cidade e viva feliz”.

Vivíamos felizes até os dias de hoje, quando nos chega a notícia de que outro cientista, um cientista Rato é claro, acaba de compilar uma nova fórmula, um novo teorema, que prova que nós Ratos, somos na verdade humanos não conscientes. Eu que não caio mais nessas histórias, especialmente nessas ideias mirabolantes criadas por Ratos cientistas. Imagine, dizer que nós somos humanos, e ainda querer provar através de fórmulas de que isso é verdade!
Autor: Alberto Grimm

RENOVAÇÃO



Renovação



Se nós fizermos uma busca nos cartões, e-mails, mensagens de celular e telefonemas que recebemos durante o final de ano, iremos perceber que as pessoas de nossos relacionamentos desejam que tenhamos paz, plenitude de amor, muito dinheiro no bolso, saúde, felicidade e absoluto sucesso em nossas determinações.
Em outras palavras, nos tornamos, rapidamente, milionários de sentimentos e emoções, algo que o dinheiro não consegue comprar.

Certamente, estes dias são os maiores momentos de energia positiva que se vive durante o ano. Ano Novo é "sinônimo" de desejo para recomeçar e renovar.
Provavelmente, trata-se da maior concentração de boas energias, superior, até, da que reinava nas épocas em que ganhamos um campeonato mundial de futebol de campo.
Sim, não tenho dúvidas de que o Ano Novo supera todas as energias positivas contidas em qualquer outra data em que tenhamos algum tipo de comemoração. Nada se compara e é tão repleto de boas energias quanto estes momentos.
Portanto, experimentamos nesta época a situação adequada para uma excelente renovação de propósitos e princípios. O ambiente se torna superfavorável, em todos os sentidos e opções...

Ora, se tudo é favorável, onde se posicionam, então, as dificuldades para que efetivamente tenhamos as tão almejadas mudanças e conseqüentes conquistas?
Na nossa postura estática.
É porque simplesmente só queremos mudar...
Uma mudança só acontece quando de fato superamos a nós mesmos.
Não adianta mudar de cidade para morar, se levamos conosco todas as nossas falhas e valores ultrapassados. Uma efetiva renovação precisa acontecer de dentro para fora. É em nossa maneira de encarar todas as nossas dificuldades e desavenças que moram as nossas razões efetivas de não se conseguir ser melhor.

Muitas pessoas sequer gostam de si mesmas... Como podem, então, querer gostar do meio em que vivem? Como podem querer realizar uma nova vida? Como podem achar que haverá mudanças em suas ações diárias?
Mudar significa fazer algo que nunca se fez. Isso é o princípio de se mudar. Só querer é ótimo, mas a atitude é que fará a diferença.
Não gostar de si mesmo é, por exemplo, permitir-se continuar fazendo aquilo que não nos dá prazer em realizar. É ser submisso às vontades de quem vive próximo da gente. É aceitar o sim quando nosso interior exige que seja não.

As verdadeiras alterações só acontecem se estivermos conscientes de que o maior esforço sempre terá que ser nosso. Romper barreiras se faz necessário para que a Renovação aconteça. Qualquer desconforto só é superado por ações mais fortes do que os danos que ele nos causa. Reclamar é bom, mas nada resolve se não houver ação. Reclamar tem que funcionar como alarme, sendo logo seguido por severas atitudes de efetiva renovação em pensamentos e ações.
Renove-se hoje para evitar que o mesmo aconteça no final do ano que vem. Seu destino está em suas mãos, no exercício correto do seu Livre-arbítrio; porém, insisto, renovar significa explicitamente vencer vícios e hábitos que já não nos servem mais. O resto, ou seja, só a intenção, é apenas retórica sem qualquer serventia.

Sei que nos veremos.
Beijo na alma

Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.

:: Saul Brandalise Jr. ::

FENG SHUI INTERIOR






A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização.
A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível.
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime,tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:

1. Jogue fora o jornal de anteontem.

2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.

3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as
diariamente.

4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.

7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.

8. Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas
energias.

Conheça cada dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'.

1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação,hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética..

2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa
também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, 'como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis:'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais
perdoamos,menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres,abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados..


6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. . Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas 'e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas,causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,alé m de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me
terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. *

Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.


A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:


- a falha de memória (o famoso 'branco');
- o cansaço físico,
- o sono deixa se ser reparador;
- o ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas,
- a prosperidade e a satisfação diminuem -
- os talentos não se manifestam mais por falta de energia,
- o magnetismo pessoal desaparece,
- medo constante de que o outro o prejudique,
- aumentando a competição,
- o individualismo e a agressividade,
Reduzindo a proteção contra as energias negativas, aumentando o risco de sofrer 'vampirismo energético'. *

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ADOLESCENTES ANTES DA HORA





Adolescentes antes da hora

Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo está programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos já estão assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.

Sempre há quem aplauda e ache bonito que as crianças cresçam rápido. Afinal, estamos no terceiro milênio, a era da informática e da aldeia global.

Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crianças. É que elas começam a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual até já se deu um nome: síndrome da adolescência precoce.

É síndrome porque não é uma adolescência de fato. Até em torno dos 11 anos de idade, os pequenos não têm a devida estrutura psíquica para processar emoções que surgem em situações complexas vividas pelos maiores.

Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alcoólica ricocheteia no corpo e não encontra lugar para se encaixar. Não dá prazer. Só fazem com que eles se achem importantes.

Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que estão sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depressão e a agressividade.

Tentando ser o que não podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. É por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.

Dos seis aos onze anos é a fase em que a criançada tem tudo para ser tranqüila, não rebelde.

É a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. É a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas são a sombra das mães.

Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.

Sua tarefa é assumir o lugar de importância máxima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. Só pode ser referência para uma criança, quem cuida dela. E só quem coloca limites realmente cuida.

É assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.

Sem esta posição, sem esta ajuda, as crianças ficam à mercê de comportamentos ilusórios e com a falsa impressão de que só serão bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pareçam ser grandes.

Vão se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poderão ficar ousados ou poderão ficar com aquela impressão amarga de que estão perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes está escorrendo através dos dedos, enquanto os outros estão, sim, gozando a vida.

***

A tarefa da educação começa no berço, e não mais tarde. A criança e o adolescente, embora possam parecer ingênuos, puros, quase nunca o são.

Podem trazer experiências nem sempre positivas de existências anteriores. Em razão disso, é indispensável a educação no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.

Para esse nobre objetivo são indispensáveis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, serão gravadas nestas almas, que estão reescrevendo a própria história, as lições que as deverão acompanhar para sempre.



Livro Adolescência e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti

REVERÊNCIA AO DESTINO - DRUMOND





VALE UMA REFLEXÃO

Reverência ao Destino"


"Reverência ao Destino"
(Carlos Drummond de Andrade)


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.


Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.


Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho. Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Lívia...neta querida




Parabénssssssssssssssssssss linda de vóooooooo
Te amo pra sempre..........