sexta-feira, 31 de agosto de 2012
“Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém . “
Num mundo onde a síndrome da velocidade se tornou um mal generalizado, não é de se espantar que as pessoas estejam cometendo erros primários na condução da própria vida, seja no campo pessoal, profissional, social ou familiar.
A existência humana, em qualquer época e lugar, sempre exigiu reflexão para que se façam escolhas certas e se cometam menos erros ou, pelo menos, erros de menor gravidade.
A pressa em decidir, agindo como se a vida fosse uma aposta na qual jogamos tudo ao sabor da sorte, demonstra falta de bom-senso, de um mínimo de equilíbrio, pois certamente colheremos o que agora intempestivamente plantamos.
Assim como um pouco de caldo de galinha reconforta e não faz mal ao nosso corpo de carne, a cautela é um ingrediente indispensável para a vida, principalmente nos dias que correm (e como correm!), para que uma decisão tomada de forma precipitada não nos comprometa toda a reencarnação, essa bênção que Deus nos concede para que avancemos usando nossos recursos de vontade, guiados por uma razão esclarecida.
(De “Dia a Dia” — Conceitos para viver melhor, de Paulo R. Santos)
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