quarta-feira, 4 de março de 2009

A LIÇÃO DA NATUREZA...


A Lição da Natureza..
Toda vez que nossos olhos contemplam o espetáculo do nascer e do pôr-do-sol, não podemos deixar de reconhecer a grandiosidade do Criador.Cada vez que mergulhamos a mente no estudo da biologia, descobrindo a perfeição da maquinaria humana, seu intrincado de artérias, veias, vasos, neurônios, tudo tão harmonicamente a trabalhar, rendemo-nos ao extraordinário ser que se esmerou na sua elaboração.Sempre que ouvimos a balada dos ventos nas tardes frias, o ulular cantante na pradaria, o farfalhar das folhas de outono, recordamo-nos que o grande idealizador se chama Deus.E quando as águas descem dos morros cantando segredos que recolhem por onde passam e se arrojam das alturas ao solo, alimentando lagos, engrossando rios, formando cascatas, lembramo-nos de que o maestro excelso paira acima dos homens.Quando a tempestade ruge, a tormenta grita, e a natureza parece enlouquecida, pensamos que Deus está um pouco desatento, em leve cochilo.Deus não se repete, não se cansa de criar, e a cada momento que o homem aprofunda suas lentes para o interior da terra, o seio dos mares, vai se dando conta de que o pai desceu a detalhes muito pequenos para que nós, seus filhos, nos sentíssemos felizes neste planeta.Mas como todo pai, ele também providenciou para que aprendêssemos uns com os outros, a fim de crescer com maior rapidez.E a natureza é uma mestra exemplar. Sua lição de serviço desinteressado, paciência, perseverança, se faz presente todos os dias.As flores oferecem perfume e colorido, as árvores ofertam sombra, calor e vida. Serviço desinteressado.A semente adormece no seio da terra e ao se espreguiçar, na época devida, estende brotos, que se tornarão alimento. Paciência e perseverança.Para quem tem olhos de ver, até os pássaros ensinam. Conta John Leax que nos dias de inverno ele colocava no comedouro, em seu jardim, sementes, no intuito de que os pássaros ali se alimentassem.Um dia, ele observou que um cardeal de penas desbotadas pelo gelo e pelo frio, pousou e se curvou sobre o comedouro. Mas não bicou nenhuma semente.Através de seu binóculo, John pode observar que o pássaro tinha seu bico machucado, quebrado bem na raiz.Logo mais, dois outros cardeais pousaram ao seu lado. Um de cor viva e outro cinza.Sem pressa alguma, como se possuíssem a paciência infindável de Deus, eles trituraram sementes de girassol e, encostando bico no bico, alimentaram a ave faminta.Nos dias seguintes, e durante o inverno inteiro, todas as manhãs e todas as tardes, o trio chegou no comedouro, repetindo o processo.Era como um encontro marcado e um compromisso assumido. Uma lição de disciplina e de desprendimento. *** Exercita-te no amor à natureza, que esplende em sol, ar água, árvore, frutos, animais e homens.Deixa-te enternecer pelos convites silenciosos que o pai Criador te faz e dulcifica-te interiormente.O amor dilui a sombra dos sentimentos negativos, imprimindo o selo da mansidão em todos os atos.Ama, portanto, tudo e todos.Aprende com a natureza.(Desconheço a autoria)

AQUARELA DA PAZ


Aquarela da Paz
O homem, criado para habitar as estrelas, se debate nos vales sombrios da Terra, entre dores e sofrimentos... Feito de luz, se perde nas sombras da própria insapiência... Criado para a felicidade, caminha a passos largos na direção de abismos gerados pelo egoísmo e o orgulho. Essência imortal, o homem, esquecido da sua eternidade, se compraz nas sensações que consegue retirar do corpo frágil e finito. Detentor das cores delicadas para esboçar uma aquarela de paz, cria paisagens deprimentes e desoladoras com as tintas densas da própria ilusão... O homem, herdeiro das moradas infinitas da casa do pai, se agarra, desesperado, aos bens passageiros que este ínfimo planeta oferece, como meio de evolução. O homem, extenuado da luta, medita... Deseja, sinceramente, a paz... Mas como conquistá-la? Tem sede de amor... E abandona o ninho... Precisa conhecer a verdade... Mas se confunde nas armadilhas da mentira... O homem precisa, mais do que nunca, da união fraternal, e vaga solitário e sem rumo... E, mais uma vez vamos encontrar nas asas libertas do coração do poeta, uma receita de felicidade:Para você encontrar a paz, É preciso ter a paz Dentro do seu coração Para você encontrar o amor, É preciso ter amor E amar o seu irmão A gente vive como passarinho Que precisa ter do seu ninho P’rá cantar com o coração Precisa destrancar nossa janela E dizer que a vida é bela Conclamando à união Para você encontrar a verdade É preciso que a verdade Esteja dentro de você Ame, tenha paz, seja verdadeiro E verá que o mundo inteiro Lhe convida a crescer A gente vive como passarinho Que precisa do seu ninho P’rá cantar com o coração Precisa destrancar nossa janela E pintar com aquarela Os acordes da canção ....
(Desconheço a autoria)

domingo, 1 de março de 2009

Deixando um recado para voce mãe:

Oi Queridona,

Parabens pelo blog, esta muito legal.
Continue sempre fazendo essas coisas que voce gosta e alegram nossos dias, com lindas mensagens.
Voce é maravilhosa como ser humano e principalmente uma mãe incomparavel.
Te amo sem fim.

Saudades eternas, sua filha Vivi

LÍRIOS AO VENTO...



LÍRIOS AO VENTO

Eles são apenas meninos...
Meninos e meninas soltos nas ruas, como lírios ao vento...
Não têm lar nem carinho, não sabem o que é aconchego e proteção.
“Eles cheiram mal”, dizem uns. “São pivetes violentos, assaltantes, pervertidos”, alegam outros...
Mas são apenas crianças...
Somente quem se aproxima desses pássaros indefesos, com atenção, é que pode perceber fatos comoventes e de grande sensibilidade...
Certa vez ouvimos, dos lábios de um desses pequenos, uma oração sentida: “Deus, meu pai, ajude as crianças de rua, dê um lar para elas. Ajude essas pessoas que nos recebem e nos dão alimento e carinho.
Deus, meu pai, ajude minha família, que não sei onde está, mas o Senhor deve saber. Vá até minha família, meu Deus, e ampare-a”.
Somente quem se aproxima desses lírios expostos ao vento, pode perceber que são apenas crianças abandonadas à própria sorte, sem rumo e sem esperança...
A pequena, cansada, se debruça sobre a mesa e puxa a manga do moletom, surrado, para esconder o dedo na boca, como se fosse uma chupeta.
São crianças como outra criança qualquer... Que vagueiam pelas ruas, sem direção certa...
Esses pequenos talvez cheirem mal, como qualquer pessoa que ficasse muito tempo sem tomar banho.
Talvez sejam assaltantes, viciados, violentos... Mas são apenas crianças... Sem rumo e sem esperança.
Sem um lar, sem a orientação dos pais, eles criam mecanismos de defesa para não sucumbirem às circunstâncias da vida.
Agem por instinto. Instinto de sobrevivência, natural em todo ser vivo.
Muitos saíram de casa para fugir das agressões dos pais, padrastos, madrastas, ou outros familiares.
Agora vivem nas ruas defendendo-se dos perigos existentes nesse meio.
Muitos são explorados por adultos delinqüentes. São submetidos pela força, constrangidos a roubar, traficar, se corromper, se prostituir.
Alguns trazem as marcas da violência sofrida no pequeno corpo em formação.
No entanto, mais profundas e doloridas são as marcas que trazem na alma dilacerada pela solidão, pelo abandono.
Que futuro os espera?
O que será dessas criaturas frágeis, após as ásperas rajadas de granizo sobre suas vidas indefesas?
O que esperar desses pequenos lírios açoitados pelo vento e pelas tempestades que os arrasam?
Se um dia você encontrar um desses pequeninos que vivem na rua, pare um pouco e lhe pergunte sobre seus sonhos, seus anseios, suas vontades secretas.
É bem possível que ele lhe diga que quer um brinquedo, que deseja ter um lar para se abrigar das intempéries, um colo para se aconchegar...
Talvez peça apenas para não ter mais que dormir no escuro, pois sente medo durante a madrugada.
Quem sabe diga que deseja aprender a ler, escrever, fazer parte da história da humanidade, como um ser humano, e não como um farrapo sem importância...
E se você, como ser humano que é, puder atender um de seus desejos, pode guardar a certeza de que nesse instante a humanidade estará melhor...
E você terá contribuído para isso, socorrendo um desses meninos e meninas que perdeu o rumo de si mesmo.
Se porventura ele receber você com indiferença ou agressividade, não leve em conta, pois ele estará apenas usando seus mecanismos de defesa, como fazem as criaturas frágeis, quando estão feridas...
MENSAGENS ANGELS

AS ROSAS NÃO FALAM



Cartola